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  • Desdobramentos da relação dos jovens brasileiros com os “games” violentos

    Desdobramentos da relação dos jovens brasileiros com os “games” violentos
    Por João Vítor Alves (Estudante)

    O chamado distúrbio dos “games” é considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora isso seja um problema com uma alta taxa de crescimento, a discussão sobre a relação dos jovens com os “games” violentos vai muito além de definições e estatísticas. Seguindo tal lógica, é realmente correto afirmar que os desdobramentos da violência nos jogos corroboram para o comportamento negativo dos usuários na realidade?
    Em uma primeira análise, é preciso entender que a influência midiática pode promover diversas consequências, contudo, segundo um estudo da Universidade de Oxford, não há ligação entre “games” violentos e agressões físicas na vida real. Assim, caso o indivíduo tenha inclinação para cometer ações agressivas, qualquer situação cotidiana pode servir de “gatilho”. Nesse sentido, é errôneo associar os jogos eletrônicos como causa de massacres em escolas, assim como fez o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as mortes em alvo de dois atiradores, um na cidade de El Paso, Texas; outro em Dayton, Ohio, que resultaram em 31 mortos e mais de 50 feridos, em 2019.
    Ademais, vale ressaltar a importância de muitos jogos no desenvolvimento intelectual de crianças e adolescentes. O jogo “God of War” reforça o aprendizado das mitologias grega e nórdica, já o jogo “Assassin’s Creed” integra o jogador com importantes momentos históricos da humanidade. Ambos são classificados como violência explícita, todavia ajudam efetivamente na propagação de conhecimento histórico.
    Fica claro, portanto, que é preciso haver mudanças no modo de pensar sobre a relação do jovem com os jogos violentos. A família deve acompanhar, de forma não intrusiva, o consumo de jogos eletrônicos por parte dos jovens por meio da instrução correta de uso a fim de mitigar a utilização inadequada e o consumo indevido à faixa etária. Além disso, o Governo precisa promover o uso consciente dos jogos e estimular a educação por meio deles, já que é um método dinâmico, para que haja o aprendizado e a absorção efetiva dos conteúdos presentes nesses games, por intermédio da propaganda informativa da correta utilização. Dessa forma, os desdobramentos negativos dos jogos, mesmo os violentos, serão exterminados.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte)

  • Ditadura nunca mais!

    Ditadura nunca mais!
    Por Roberto Filho (Estudante)*

    “Que tempos são esses, em que temos que defender o óbvio?”. Esse é o famoso questionamento levantado pelo ilustre dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht, cuja obra tem forte caráter crítico à política elitista e excludente do século XX. A resposta para tal indagação seria: são tempos infelizes, cretinos mentirosos e projetos de déspota usufruem da delinquência e declaram seu mais profundo amor ao autoritarismo, ao mesmo tempo que promulgam seu rancor pelo poder popular (infelizmente quase apagado da realidade) e se alimentam de inverdades, canalhices e do desespero dos desafortunados.
    Primordialmente, porém, precisamos entender que a sede por poder vinda não só da classe militar mas também de outros setores como políticos e elites não é um fato recente. Desde os primórdios da nação que conhecemos atualmente como Brasil, conflitos sociais e ideológicos são incentivados em prol da manutenção do domínio de poucos (classes dominantes) em cima de muitos (nós, classe popular). Dois exemplos disso estão presentes em épocas não tão distantes da atual realidade do povo brasileiro, sendo esses o que conhecemos simbolicamente como “1937” e “1964”, ditaduras sanguinárias que abusaram do falso moralismo e da farsa da “Ameaça Comunista” durante o contexto da ascensão do movimento operário e da Guerra Fria, respectivamente. Em ambas as ocasiões, a escória golpista das Forças Armadas, da casta política nacional e das elites urbanas e agrárias estavam diretamente envolvidas, pregando falsas alegações e promovendo atos de violência como torturas, assassinatos e prisões arbitrárias para quem se opusesse a tamanhas atrocidades.
    Portanto, com essa realidade em mente, para resolver tamanha crise será necessário mais do que conversamos entre nós a respeito do assunto como se fosse uma casualidade de botequim. O principal medo daqueles que odeiam o povo é que o povo descubra que tem mais poder do que qualquer arma inventada pelo ser humano. Basta de termos que acordar todos os dias com a imposição de políticas que destroem os nossos direitos e legalizam nossa exploração descaradamente. Basta de aceitarmos que nossas almas e corpos sejam vistos apenas como produtos a serem vendidos por aqueles que detêm o capital e usufruem dele como usufruímos de nossos assentos sanitários. Basta de termos medo de agir, pois aqueles que nos odeiam têm medo que não tenhamos medo. Por isso, temos o dever de lutar por um país mais justo, democrático, popular e unificado, mas principalmente o dever de lutar pelos nossos direitos civis e pela liberdade, através da radicalização dos setores civis e dos movimentos sociais (nós mesmos).
    Só assim, nunca mais iremos repetir os erros que nos assombram, para que a liberdade fique acima de tudo e o povo acima de todos. Viva o Brasil!
    *Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte

  • Galo da redação promove curso gratuito de redação criativa para redação do Enem

    Curso busca auxiliar estudantes em suas habilidades criativas para a redação
    O projeto social Galo da redação realizará nos dias 11, 12 e 13 de junho a segunda edição do curso de repertório sociocultural para redação. A iniciativa tem como objetivo capacitar os estudantes que estão no processo de preparação para a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e demais vestibulares nacionais.
    O curso será realizado de forma 100% online e abordará temas do cotidiano dos alunos como animações, séries, filmes, literatura e suas possibilidades de aplicação na redação do vestibular para a produção de uma redação criativa. A última edição, realizada em 2020, contou com a participação de mais de 7 mil estudantes que, além do conhecimento adquirido ao longo do curso, também tiveram acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita, como apostilas e grupos em redes sociais para compartilhamento de dicas de redação.
    Os interessados em participar devem fazer as inscrições pelo formulário disponibilizado no Instagram (@galodaredação) até o dia 09 de junho, a fim de que garantam gravações das aulas, apostilas e tenham acesso a sorteios exclusivos.

    Serviço:
    Curso gratuito online de redação: Curso de Redação Criativa
    11 a 13 de junho as 19:19 no Instagram: instagram.com/galodaredacao
    Inscrições: gratuitas em: http://bit.ly/cursoderedacaocriativa

    Por Abigail Oliveira