Sábado, 21 Setembro 2019 01:17

Vestibular 2020.1 da URCA

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As inscrições para o vestibular 2020.1 da Universidade Regional do Cariri - URCA estão abertas até as 23h59 do próximo dia 18 de outubro, EXCLUSIVAMENTE PELA INTERNET, através do site http://cev.urca.br/cev/vestibular/. O processo seletivo unificado é destinado a selecionar candidatos aos cursos de Graduação da IES, com funcionamento nos municípios de Campos Sales, Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte e Missão Velha, Estado do Ceará. São ofertadas 1.250 vagas. As provas serão realizadas nos dias 07 e 08 de dezembro de 2020, das 13h às 17h. A divulgação do resultado dos candidatos classificados e classificáveis do Processo Seletivo Unificado 2020.1-URCA, bem como o sistema de consulta de nota individual, está previsto para o dia 24 de janeiro de 2020, através da página eletrônica cev.urca.br/vestibular, até as 17h.

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Sexta, 20 Setembro 2019 22:50

Inclusão de autistas no Brasil

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Bianca Silva*
Segundo o educador e filósofo Paulo Freire, a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades. No entanto, quando se observam os desafios enfrentados para inclusão de pessoas com autismo no Brasil, verifica-se que o ideal do patrono da educação é contrariado. Nesse sentido, convêm analisar as causas e consequências desse problema.
De acordo com a Constituição Federal promulgada em 1988, é dever do Estado garantir a educação e atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. Portanto, é inaceitável que as escolas de ensino regular não sejam adaptadas para receber os portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Não há um currículo abrangente que inclua essas crianças de forma que elas consigam aprender e se sentirem parte do ambiente escolar.

Por Ivana Maria Saes Busato e Luciana Elisabete Savaris*

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Por esse motivo, o enfoque da campanha do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio de 2019 será este público: os jovens. A data é celebrada em todo o mundo nesta terça-feira.
No Brasil, desde 2015, a prevenção ao suicídio tomou conta de todo o mês de setembro por meio do Setembro Amarelo, iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
Em todo o mundo, mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos e, a cada adulto que se suicida, pelo menos outros 20 atentam contra a própria vida. Isso representa 1,4% das mortes no planeta (ainda de acordo com a OMS). Desde 2012, o suicídio tornou-se a 15ª causa de mortalidade entre a população geral.
O fenômeno do suicídio é multifacetado e de múltiplas determinações. O tema é considerado por muitos um tabu. Contudo, pesquisas evidenciam que falar sobre o suicídio não aumenta o número de casos – pelo contrário, informar a população e investigar sinais de alerta são fatores protetivos que diminuem a incidência de novos casos.


Por Fabiano de Abreu Rodrigues

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 800 mil pessoas cometem suicídio todos os anos no mundo inteiro, e esta tem sido a principal causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos, mais do que o câncer, a AIDS e a malária, inclusive no Brasil. Os números são alarmantes, e explicam a criação não apenas de políticas públicas governamentais, mas da sociedade civil e de ONGs em iniciativas como o Setembro Amarelo.
O filósofo e pesquisador Fabiano de Abreu aponta que existe um motivo para o jovem ser mais suscetível ao desejo de suicídio: “A experiência é o alimento da sabedoria, é nossa refeição cotidiana para sabermos lidar com as situações e adversidades. Ao longo da vida, passamos por essas adversidades e percebemos que são apenas momentos passageiros. O jovem, no entanto é desprovido desta percepção e não vê que tudo é passageiro. Quando um jovem toma a decisão de retirar a própria vida revela que estava no seu limite de desespero e fora da razão. A juventude é um momento de transição onde o jovem está começando a viver a solidão, é um momento de descobertas e emancipação que pode ser muito complicado”.

O silêncio da emancipação
Fabiano alerta que na adolescência acontece a transição para a fase adulta e sua consequente emancipação, mas muitos jovens não estão preparados para isto: “A juventude é o momento da prova, onde a necessidade de ter que ser adulto resulta em um forte desespero que o leva a silenciar suas insatisfações. Essa emancipação, esse experimento da solidão, cria uma falsa ideia de poder, de imortalidade, fator que os levam a experimentar coisas que podem levá-los a morte, como drogas, bebidas, e se colocar em riscos de vida. A juventude é um momento de transição hormonal, sexual, social que mexem com o emocional”.
O pesquisador também atribui a pressão da vida adulta iminente como uma força que pode impulsionar os jovens a desistir da vida: “É angustiante para o jovem esta fase, em que muitas das mudanças são sofridas em silêncio. Essa adaptação natural que a juventude exige, vem acompanhado da vergonha e da necessidade de aceitação que a vida adulta impõe. As responsabilidades e a exigência da maturidade os deixam apreensivos e muitos não conseguem lidar com tudo isso”.


O comprometimento da visão e as condições de saúde mental são altamente prevalentes entre os idosos e são as principais causas de morbidade e gastos com saúde
Idosos com deficiência visual têm maior probabilidade de apresentar sintomas de ansiedade e depressão, assim como idosos com sintomas de ansiedade ou depressão têm maior probabilidade de desenvolver comprometimento da visão, apontam os resultados do Estudo Nacional de Tendências sobre Saúde e Envelhecimento dos EUA.
“Os idosos têm um alto risco de desenvolver problemas de visão em comparação com outros segmentos da população. O comprometimento da visão, particularmente na vida adulta, acarreta em muitas consequências, além de não enxergar com clareza, incluindo o aumento do risco de surgimento de transtornos de humor”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.


Transtornos como depressão, ansiedade e bipolaridade assombram 12% da população

Dados recentes divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que 23 milhões de brasileiros, ou seja, 12% da população, apresentam sintomas de transtornos mentais. Ainda de acordo com a pesquisa, ao menos 5 milhões, 3% dos cidadãos, sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013 estimou que 7,6% (11,2 milhões) das pessoas de 18 anos ou mais de idade receberam diagnóstico de depressão por profissional de saúde mental. Mas, não é só a depressão que atinge os brasileiros, transtornos como ansiedade, bipolaridade e esquizofrenia também estão no topo da lista das doenças mais recorrentes.
O número de casos tende a aumentar em áreas urbanas, e também em mulheres, que representam dois terços dos diagnósticos para depressão, por exemplo. Por isso, é importante conscientizar todos, tanto os pacientes quanto quem convive com essas pessoas. Segundo o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador médico da Docway, as doenças psicológicas não são levadas a sério porque não são facilmente visíveis, como um osso quebrado por exemplo, apesar de serem doenças comuns e estrarem presentes na vida das pessoas. “Mudar depende da mobilização das pessoas para tentar combater o estigma social, evitar rotular e desqualificar pessoas que tem essas enfermidades e orientar já é um bom começo e não tem nenhum custo”, explica.

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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