empty

Os desafios de reduzir o consumo de álcool entre os adolescentes brasileiros

empty

Os desafios de reduzir o consumo de álcool entre os adolescentes brasileiros

Os desafios de reduzir o consumo de álcool entre os adolescentes brasileiros

Gaslightting: a violência através da manipulação

Ditadura nunca mais!

Riscos do golpe militar no Brasil

 
 

Vídeos

REACT - Aprovação em Universidade dos EUA

Colunas

Empresas, comércio e miséria

ABI envia ao TSE representação contra Bolsonaro

Insurreição da Cultura

Entrevistas

"Professores estão sendo levados a exaustão na pandemia", diz especialista

Parceiros

Notícias

Gaslightting: a violência através da manipulação

Essencial para Enem, repertório cultural pode ser ampliado sem sair de casa

A GLAMOURIZAÇÃO DO ALCOOLISMO

Conheça os 5 golpes cibernéticos mais comuns direcionados a adolescentes e saiba como se proteger

  • Caminhos para a prevenção do suicídio no Brasil

    Por Lícia Bezerra (Estudante)

    O filme “Por lugares incríveis”, criado pelas autoras Jennifer Niven e Liz Hannah, lançado em 2020 e disponível na plataforma digital Netflix, retrata a história da protagonista com desejo de tirar sua vida. Fora da ficção, a realidade é semelhante, visto que o suicídio é uma das principais causas de morte no Brasil, em específico, relacionado aos transtornos mentais. Dessa forma, é notória a negligência governamental referente ao apoio e aos meios de ajuda para prevenir o autoextermínio.
    Em primeira análise, vale ressaltar que a Constituição Federal de 1988 instituiu a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio. Entretanto, na prática essa não é corretamente executada, tendo em vista a ausência de programas assistenciais eficazes, a falta de ajuda psicológica e de incentivo pelo poder público. Assim sendo, gera consequências como o aumento no número de casos de suicídio no país. À vista disso, é necessário que o governo invista em políticas públicas eficazes, com a intenção de atenuar os índices de autocídio no território.
    Diante do exposto, ainda, é importante ajudar-se psicologicamente com ajuda da leitura de livros, além de atividades de lazer que evitem o ócio e, consequentemente, pensamentos inapropriados. Faz-se necessário, ademais, a consulta frequente com psicólogos e psiquiatras, visto que 97% dos casos de suicídio estão relacionados aos transtornos mentais, segundo a Revista Veja Saúde. Isto posto, é imprescindível a intervenção do Estado na promoção da saúde mental e do bem-estar da população.
    Destarte, compete ao Ministério da Saúde a responsabilidade de criar programas de saúde. É preciso que se ampliem os atendimentos dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), abrangendo a todas as cidades da nação. Outrossim, é importante a colaboração do Estado no que se refere a atividades do bem-estar social, por isso torna-se fulcral a criação de centros de lazer, ginásios poliesportivos e de bibliotecas gratuitas, a fim de evitar o ócio e promover melhor saúde mental aos indivíduos, assim, atenuando os pensamentos negativos e o suicídio.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do professor José Roberto Duarte)

  • Os desafios de reduzir o consumo de álcool entre os adolescentes brasileiros

    Por Camily Siebra Biliu (Estudante)*

    O romantismo foi um movimento artístico na Europa que chegou ao Brasil no final do século XVIII. Tinha como característica e hábito de seus adeptos o consumo exacerbado de álcool, a fim de escapar da realidade. De fato, esta forma de escapismo ainda é vista na atualidade, tendo os jovens como maiores praticantes.
    A Organização Mundial da Saúde constatou, por meio de pesquisas, que mais de 3 milhões de pessoas morrem, por ano, de doenças decorrentes do abuso de bebidas alcoólicas. Sobre esse viés, em um mundo globalizado, onde tudo acontece com rapidez, o álcool tem se tornado, cada vez mais, uma válvula de escape para o cansaço e pressão exercida pelo trabalho e estudos.
    Apesar de ser um vício, o consumo de álcool é, muitas vezes, um meio de socialização, principalmente entre os jovens, isso porque existe uma cultura, criada pela mídia, que mostra a ingestão de álcool como algo positivo. A partir dessa premissa, o ato de beber apenas em ocasiões especiais pode desencadear a dependência maior do produto, gerando transtornos e doenças fatais.
    Portanto, cabe ao Ministério da Saúde desenvolver campanhas midiáticas que informem a população sobre os riscos a curto e longo prazo que o ato de consumir bebida alcoólica pode trazer ao indivíduo, e à sociedade, visando a conscientização principal dos jovens. Ademais, cabe ao Ministério da Educação implantar campanhas em escolas e universidades, buscando conscientizar alunos sobre o consumo exacerbado de álcool. Desse modo, o público jovem terá o foco merecido, ganhando conhecimento sobre o assunto, tendo como resultado a diminuição das taxas de vício em bebidas alcoólicas, beneficiando a população como um todo.
    *Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte