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  • A democratização da internet

     Por Kauan Vitor Colares Alves (Estudante)

    O documentário “Freenet” dirigido por Pedro Ekman, retrata o uso da Internet no Quênia, Índia, Estados Unidos, China, Brasil e Uruguai, mostrando iniciativas e obstáculos para a democratização do acesso à internet. A realidade atual brasileira ao acesso à rede mundial de computadores está reservada a uma pequena parcela da população. Nesse ponto de vista, observa-se que a popularização das redes reflete um cenário desafiador.
    Inicialmente, é apropriado pontuar que o estado virtual trouxe maior contato e rapidez no que se diz respeito à divulgação de informações, entretanto ela não atinge a totalidade da sociedade. De acordo a pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Centro Regional e Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), em 2019, 74% da população tinha acesso à internet, o que correspondia a 134 milhões de pessoas e 71% dos lares do país. A pesquisa ainda indica que a cada cinco pessoas, uma afirma que só consegue acessar a internet através da rede emprestada do vizinho. Dessa forma, é evidente que a desigualdade social afeta as camadas mais pobres, dificultando a universalização da internet.
    Em segundo lugar, as redes de comunicação se tornaram uma forma de participação demográfica de discussões políticas e sociais nas redes. A lei 12.965/14 (Marco Civil da Internet) trata a respeito do direito da conexão à rede, que é necessário para o exercício da cidadania e explícito a todos. Contrário a essa prerrogativa, a exclusão de parte das pessoas entra em desacordo com a lei, uma vez que se faz necessária intervenção à integralidade desse direito específico e que é dever do Estado fornecer tal conexão.
    Portanto, é necessário que o Governo acione o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para que através da análise das demandas da sociedade, estabeleça projetos de desenvolvimento econômico focado nos seguimentos sociais carentes. Dessa forma, o acesso à tecnologia será ampliado e por sua vez a exclusão digital será minimizada.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte)

  • A democratização da internet

    Por Liedson Leal de Oliveira (Estudante)

    A internet é o principal meio de comunicação e de transmissão de informações no mundo. A cada ano se torna mais importante e necessária, sendo assim indispensável para o funcionamento e a boa relação da sociedade.
    Cerca de 25% da população brasileira não tem acesso ao mundo virtual. Essa é uma parcela considerável do povo brasileiro, portanto é inaceitável que em 40 anos de implementação do sistema no país, ainda haja tamanha exclusão digital.
    Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a internet se tornou o meio de comunicação necessário para promover o direito à educação, imposto por lei no Estatuto da Criança e do Adolescente. Porém, a realidade é outra e quase 5 milhões de crianças e adolescentes não estão usufruindo do seu direito por não terem acesso à internet.
    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o acesso à internet é um direito fundamental do ser humano, independente da sua classe social, tal que é um direito do homem, e não somente do homem rico e privilegiado.
    Além do problema da exclusão digital, ainda é notável a desinformação referente a esse assunto, o chamado analfabetismo digital. É necessário que o Governo invista em projetos na rede pública de ensino educacional. A implementação de cursos de informática ou de outras áreas da tecnologia é um dos pontos a ser seguido.
    Para os que não têm condições de pagar por uma internet de qualidade, o Governo Federal, em colaboração com operadoras de celular, poderia fornecer chips solidários com internet gratuita. Já que 81% dos brasileiros possuem telefone móvel, de acordo com pesquisa do IBGE, de 2019, tal ação reduziria a exclusão digital no nosso país.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte)

  • A democratização da internet

    Por Karen Eduarda Costa (Estudante)

    Em 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que o acesso à internet é um direito de todos. Essa rede vem se tornando imprescindível, devido à modernização da sociedade. Porém, será que todos têm acesso a ela da forma mais correta possível?
    Em primeiro lugar, deve-se analisar que a partir da Revolução Industrial o ser humano fica cada vez mais preso às máquinas, e desde a chegada da internet em 1969 essa lógica se repete. O espaço virtual traz muitas vantagens, economizando tempo, melhorando as comunicações, com um amplo acesso à informação, entre outros, contudo, mesmo sendo necessária, ainda é muito excludente, pois não ocorre a disponibilização pelo governo e com preços elevados, fora o seu próprio preço, visto que para acessá-la é preciso também um aparelho eletrônico.
    Além disso, vale ressaltar também a pandemia que assola o mundo. Com ela veio a quarentena, ou seja, todos devem ficar em casa para a menor propagação da doença. Com isso, a melhor forma de resolver suas necessidades é com o uso da internet, prejudicando assim aqueles que não têm acesso a ela, impossibilitados de trabalhar on-line, assistir à aula remota, entre outros. Por isso, o acesso à rede torna-se fundamental em tal período.
    Fica evidente, portanto, a necessidade do acesso às redes por todos. Para isso, o Governo juntamente com as ONGs deve criar projetos para distribuir aparelhos eletrônicos aos mais necessitados. Cabe também a eles, estabelecer pontos em cada cidade para que se ofereça internet com livre acesso. Tais ações em prática ajudarão a concretizar o direito promulgado pela ONU.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte

  • A democratização da internet

    Por Suillany Cunha Barbosa (Estudante)

    Desde a Roma Antiga, até o século XX, o conhecimento foi privado à elite. Todavia, com a Revolução Técnico-Científico-Informacional, em 1970, e a Guerra Fria, em 1985, ocorreu uma expansão tecnológica e inovadora que possibilitou o acesso à Internet para uma boa parte da população. Nesse contexto, é evidente que o advento da tecnologia auxiliou no fator educacional na sociedade. Porém, ainda existem disparidades que impedem a democratização da rede.
    É preciso pontuar de início que a internet proporcionou um vasto campo de possibilidades. Na educação, houve a ampliação ao ensino superior através de através de portais de faculdades a distância que trouxeram flexibilidade e praticidade a várias pessoas, e, com isso, uma mudança da realidade delas, o chamado EAD - Ensino a Distância. Todavia, a desigualdade social ainda é um impasse para que todos consigam adquirir educação e ensino de qualidade.
    De fato, esse meio de comunicação ainda é uma questão a ser analisada e aprimorada. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio - PNAD, as pessoas de baixas classes sociais são as que têm menos contato com a rede de comunicações. Embora a Organização das Nações Unidas já tenha declarado o acesso à internet como direito fundamental aos cidadãos, alguns locais ainda sofrem com infraestrutura precária, e sem nenhum sinal de área.
    Diante do exposto, faz-se necessário agir para resolver essa problemática. O Governo Federal deve criar programas para levar sinal e computadores às localidades mais carentes e disponibilizar internet de graça em lugares públicos, como rodoviárias e praças públicas para alcançar um número maior de usuários.
    Ademais, é preciso investir na criação de projetos sociais para fornecer aulas e cursos para todas as faixas etárias, visando diminuir o número de pessoas sem internet a fim de que elas possam usufruir dos benefícios da rede, ampliando a participação social rumo ao exercício pleno da cidadania.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte)

  • A democratização da Internet no Brasil e a promoção da cidadania

    Por Yasmin Cartaxo (Estudante)

    O Marco Civil da Internet de 2014 é a lei que regula o uso da internet no Brasil, estabelecendo direitos e deveres dos usuários, bem como o governo deve agir. A lei definiu que o acesso à internet é essencial para o exercício da cidadania, todavia cerca de 70 milhões de brasileiros apresentam conexão precária. Dessa forma, é necessária a maior atuação do Estado para melhorar e universalizar esse serviço, visando a redução das desigualdades sociais.
    Com a pandemia do SARS COV-2, as atividades estão sendo realizadas pela “web”, a exemplo das aulas remotas e o cadastro do auxílio emergencial. Indubitavelmente, percebe-se a importância desse recurso como fonte de informação. Outro fator é que muitos cidadãos utilizam apenas a franquia de dados, na maioria das vezes restrita a certos aplicativos. Assim, não adquirem diferentes fontes de informação gerando a disseminação de “fake news” e prejudicando a promoção de uma cidadania efetiva.
    O Marco das Teles, aprovado pelo Senado, deveria ser utilizado para implementação de infraestrutura nas áreas carentes e definição das ações que devem ser tomadas pelas empresas de telecomunicações, porém o projeto segue estagnado, enquanto locais isolados possuem carência de um sinal constante e até mesmo de energia elétrica. Diante disso, a inclusão digital é fundamental.
    Portanto, é primordial a criação de um plano contínuo de conectividade que seja aplicado sucessivamente pelos governos, em parceria com a esfera privada e estatal. O FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) deve ser liberado para as operadoras privadas também, promovendo a universalização da banda larga e telefonia móvel, implementando mais espaços públicos de conexão. Nas escolas, deve ser inserido na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) o letramento digital, a fim de formar cidadãos tecnológicos. Assim sendo, objetiva-se a democratização da internet e o desenvolvimento da cidadania.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do professor José Roberto Duarte)