empty

Gaslightting: a violência através da manipulação

empty

Ditadura nunca mais!

Riscos do golpe militar no Brasil

Essencial para Enem, repertório cultural pode ser ampliado sem sair de casa

Os impactos das práticas cotidianas no meio ambiente

Desdobramentos da relação dos jovens brasileiros com os “games” violentos

 
 

Vídeos

REACT - Aprovação em Universidade dos EUA

Colunas

Empresas, comércio e miséria

ABI envia ao TSE representação contra Bolsonaro

Insurreição da Cultura

Entrevistas

"Professores estão sendo levados a exaustão na pandemia", diz especialista

Parceiros

Notícias

Gaslightting: a violência através da manipulação

Essencial para Enem, repertório cultural pode ser ampliado sem sair de casa

A GLAMOURIZAÇÃO DO ALCOOLISMO

Conheça os 5 golpes cibernéticos mais comuns direcionados a adolescentes e saiba como se proteger

  • A democratização da Internet no Brasil e a promoção da cidadania

    Por Yasmin Cartaxo (Estudante)

    O Marco Civil da Internet de 2014 é a lei que regula o uso da internet no Brasil, estabelecendo direitos e deveres dos usuários, bem como o governo deve agir. A lei definiu que o acesso à internet é essencial para o exercício da cidadania, todavia cerca de 70 milhões de brasileiros apresentam conexão precária. Dessa forma, é necessária a maior atuação do Estado para melhorar e universalizar esse serviço, visando a redução das desigualdades sociais.
    Com a pandemia do SARS COV-2, as atividades estão sendo realizadas pela “web”, a exemplo das aulas remotas e o cadastro do auxílio emergencial. Indubitavelmente, percebe-se a importância desse recurso como fonte de informação. Outro fator é que muitos cidadãos utilizam apenas a franquia de dados, na maioria das vezes restrita a certos aplicativos. Assim, não adquirem diferentes fontes de informação gerando a disseminação de “fake news” e prejudicando a promoção de uma cidadania efetiva.
    O Marco das Teles, aprovado pelo Senado, deveria ser utilizado para implementação de infraestrutura nas áreas carentes e definição das ações que devem ser tomadas pelas empresas de telecomunicações, porém o projeto segue estagnado, enquanto locais isolados possuem carência de um sinal constante e até mesmo de energia elétrica. Diante disso, a inclusão digital é fundamental.
    Portanto, é primordial a criação de um plano contínuo de conectividade que seja aplicado sucessivamente pelos governos, em parceria com a esfera privada e estatal. O FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) deve ser liberado para as operadoras privadas também, promovendo a universalização da banda larga e telefonia móvel, implementando mais espaços públicos de conexão. Nas escolas, deve ser inserido na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) o letramento digital, a fim de formar cidadãos tecnológicos. Assim sendo, objetiva-se a democratização da internet e o desenvolvimento da cidadania.
    (Texto produzido na Oficina de Redação do professor José Roberto Duarte)