O primeiro jornalista e o poeta do descobrimento do Brasil
Todo mundo já ouviu falar de “Pero Vaz de Caminha”, o qual fez e enviou uma carta ao Rei de Portugal e quase sempre se houve dizer: aquele que disse a respeito do Brasil, mas, nas entranhas do assunto quase ninguém comenta a realidade dessa carta maravilhosa, que nos deu a formatação deste imenso Brasil, um presente que Portugal nos deu e quem foi o ilustre cidadão português? O que ele era? E como foi indicado para relatar essa viagem? É o que vamos detalhar.
O principal documento sobre a descoberta do Brasil saiu da pena de Pero Vaz de Caminha, que era amigo do Rei de Portugal D. Manuel I, e por ele indicado para ser o cronista dessa viagem que durou 54 dias, sendo que o mesmo anotou tudo que se passou desde a saída de Lisboa com 13 navios e do porto do Restelo no dia 09 de março de 1500 e a chegada ao Brasil no dia 22 de abril desse mesmo ano.
Na sua crônica de 14 folhas em um papel de “florete”, detalhou essa viagem, muitas vezes com coisas pitorescas, outras com poesias, falando desse local, dessa terra de árvores e florestas, onde os homens andavam nus e ficou provado mais uma vez que o Brasil já era do conhecimento dos Reis de Portugal e vindo a baixo a tese que foi descoberto por acaso, uma vez que já conheciam essas terras desde o ano de 1300, prova disso com o tratado da “Bula Inter-Pares” do Papa e depois o “Tratado das Tordesilhas” e o porquê de enviar 13 navios com quase 5 mil homens, para que? na realidade para tomar posse das terras descobertas por “Sancho Brandão” português, que no ano de 1300 descobriu as terras do Brasil e o Rei de Portugal guardou todos os detalhes na “Torre do Tombo” em Lisboa, com receio de que a “Catalunha Espanha” pudesse saber e vir para o Brasil, uma vez que quem demarcava as terras descobertas era o “Papa” na época a “ONU” mundial e o Papa era Espanhol, e só após a descoberta da América por Colombo, que despertou o temor de Portugal e aí o Papa já era alemão, resolveram dar seqüência à descoberta, criando essa viagem fantástica.
A carta de Pêro Vaz de Caminha seguiu para Portugal no dia 02 de maio de 1500, e ficou escondida na Torre do Tombo por dois séculos e meio, e só foi descoberta em 1773 pelo guarda-mor do arquivo da Torre do Tombo e só foi publicada no ano de 1817. Esse original chegou a vir para o Brasil em meio a documentos da Biblioteca da Academia Real dos Guarda-Marinhas, após anos da família real vir para o Brasil no início do século 19 e retornou a Portugal, estando guardada num cofre da própria Torre do Tombo, como o mais sagrado documento da descoberta do fenomenal Brasil, ou seja, a Certidão de Nascimento do Brasil que prova que a mãe-pátria foi a mãe e o pai do Brasil.
Nenhum país do mundo tem a sua certidão de nascimento feita no seu nascedouro, ele foi o tabelião dessa grandeza toda, uma obra prima de um mestre jornalístico, feita por um cidadão lusitano cheio de uma visão magnética e poética, ele, Caminha foi o maior cronista da história do Brasil e de Portugal.
Para conhecimento das pessoas, vou transcrever um trecho dessa maravilhosa carta, a “Carta de Pero Vaz de Caminha”:
SENHOR, Posto que o capitão-mor dessa vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova de achamento desta vossa terra nova, que nesta navegação agora a achou. Não deixarei também de dar minha conta a Vossa Alteza, o melhor que eu puder, ainda que para o em contar e falar, o saiba fazer pior que todos.
Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo que, para alindar nem afrear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu.
Naturalmente a carta foi escrita ainda na mudança do português arcaico para o português moderno. Depois descreve toda a viagem e no final, diz o seguinte: E dessa maneira, Senhor, dou aqui a Vossa Alteza conta do que nesta terra eu vi. E, se algum pouco me alonguei, me perdoe, pois o desejo que tinha de tudo dizer, me fez pôr assim pelo miúdo. Beijo as mãos de Vossa Alteza,
Deste Porto Seguro, da vossa Ilha da Vera Cruz, hoje sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500.
Todo mundo já ouviu falar de “Pero Vaz de Caminha”, o qual fez e enviou uma carta ao Rei de Portugal e quase sempre se houve dizer: aquele que disse a respeito do Brasil, mas, nas entranhas do assunto quase ninguém comenta a realidade dessa carta maravilhosa, que nos deu a formatação deste imenso Brasil, um presente que Portugal nos deu e quem foi o ilustre cidadão português? O que ele era? E como foi indicado para relatar essa viagem? É o que vamos detalhar.
O principal documento sobre a descoberta do Brasil saiu da pena de Pero Vaz de Caminha, que era amigo do Rei de Portugal D. Manuel I, e por ele indicado para ser o cronista dessa viagem que durou 54 dias, sendo que o mesmo anotou tudo que se passou desde a saída de Lisboa com 13 navios e do porto do Restelo no dia 09 de março de 1500 e a chegada ao Brasil no dia 22 de abril desse mesmo ano.
Na sua crônica de 14 folhas em um papel de “florete”, detalhou essa viagem, muitas vezes com coisas pitorescas, outras com poesias, falando desse local, dessa terra de árvores e florestas, onde os homens andavam nus e ficou provado mais uma vez que o Brasil já era do conhecimento dos Reis de Portugal e vindo a baixo a tese que foi descoberto por acaso, uma vez que já conheciam essas terras desde o ano de 1300, prova disso com o tratado da “Bula Inter-Pares” do Papa e depois o “Tratado das Tordesilhas” e o porquê de enviar 13 navios com quase 5 mil homens, para que? na realidade para tomar posse das terras descobertas por “Sancho Brandão” português, que no ano de 1300 descobriu as terras do Brasil e o Rei de Portugal guardou todos os detalhes na “Torre do Tombo” em Lisboa, com receio de que a “Catalunha Espanha” pudesse saber e vir para o Brasil, uma vez que quem demarcava as terras descobertas era o “Papa” na época a “ONU” mundial e o Papa era Espanhol, e só após a descoberta da América por Colombo, que despertou o temor de Portugal e aí o Papa já era alemão, resolveram dar seqüência à descoberta, criando essa viagem fantástica.
A carta de Pêro Vaz de Caminha seguiu para Portugal no dia 02 de maio de 1500, e ficou escondida na Torre do Tombo por dois séculos e meio, e só foi descoberta em 1773 pelo guarda-mor do arquivo da Torre do Tombo e só foi publicada no ano de 1817. Esse original chegou a vir para o Brasil em meio a documentos da Biblioteca da Academia Real dos Guarda-Marinhas, após anos da família real vir para o Brasil no início do século 19 e retornou a Portugal, estando guardada num cofre da própria Torre do Tombo, como o mais sagrado documento da descoberta do fenomenal Brasil, ou seja, a Certidão de Nascimento do Brasil que prova que a mãe-pátria foi a mãe e o pai do Brasil.
Nenhum país do mundo tem a sua certidão de nascimento feita no seu nascedouro, ele foi o tabelião dessa grandeza toda, uma obra prima de um mestre jornalístico, feita por um cidadão lusitano cheio de uma visão magnética e poética, ele, Caminha foi o maior cronista da história do Brasil e de Portugal.
Para conhecimento das pessoas, vou transcrever um trecho dessa maravilhosa carta, a “Carta de Pero Vaz de Caminha”:
SENHOR, Posto que o capitão-mor dessa vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova de achamento desta vossa terra nova, que nesta navegação agora a achou. Não deixarei também de dar minha conta a Vossa Alteza, o melhor que eu puder, ainda que para o em contar e falar, o saiba fazer pior que todos.
Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo que, para alindar nem afrear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu.
Naturalmente a carta foi escrita ainda na mudança do português arcaico para o português moderno. Depois descreve toda a viagem e no final, diz o seguinte: E dessa maneira, Senhor, dou aqui a Vossa Alteza conta do que nesta terra eu vi. E, se algum pouco me alonguei, me perdoe, pois o desejo que tinha de tudo dizer, me fez pôr assim pelo miúdo. Beijo as mãos de Vossa Alteza,
Deste Porto Seguro, da vossa Ilha da Vera Cruz, hoje sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500.
Pero Vaz de Caminha.