Vivemos um momento crítico que exige calma, paciência, parcimônia, empatia. Muitos de nós mantemos nossos empregos. Autônomos já começam a receber auxílio. Empresas também terão auxílio do governo. Os mais vulneráveis terão isenção de suas contas de água, de luz. No Ceará, o governador Camilo Santana vai distribuir 200 mil botijões de gás para famílias carentes durante o período que durara a pandemia. Diversos municípios também já apontam apoio social e financeiro à classe menos favorecida. O papel de qualquer governante sério neste cenário é de preservar a vida, a saúde, a renda, a alimentação, a integridade social e emocional das pessoas. Os governos têm recursos. O Tesouro Nacional tem recursos. Basta abrir os cofres. Além do mais, a distribuição de renda gera consumo, que gera arrecadação de impostos, que acabam voltando aos cofres do próprio governo.