José Roberto Duarte

José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do Ceará.
Além da atuação educacional, é também colunista e diretor de redação do Jornal A Praça de Iguatu, e comentarista esportivo da Mais FM 106,1.

Terça, 30 Junho 2009 19:26

O que não fazer na Dissertação

01. JAMAIS USE GÍRIAS EM SUA DISSERTAÇÃO. As gírias são um meio de expressão perfeitamente aceitável em certos momentos de textos narrativos, em especial nos diálogos travados por alguns personagens. Tornam-se, entretanto, completamente inadequadas quando usadas em uma dissertação. Esta modalidade de redação pressupõe uma linguagem formal, não necessariamente erudita, mas pelo menos bem elaborada. Mais do que palavras, um exemplo pode ilustrar com maior clareza os danos causados pela gíria em uma dissertação. Leia este trecho dissertativo:

Todo mundo sabe da gravidade que tem, hoje em dia, o problema das drogas na nossa sociedade. Muita gente e até a polícia tentam fazer alguma para acabar com as drogas, mas muitos caras, a maioria gente da pesada, se negam a deixar de curtir seu baratinho, não dando a mínima para os meganhas que seu encalço.

02. NÃO UTILIZE PROVÉRBIOS OU DITOS POPULARES. Uma dissertação costuma ser prejudicada pela má utilização de frases feitas, provérbios e ditos populares. Eles empobrecem a redação; fazem parecer que seu autor não tem criatividade, pois lança mão de formas de expressão já batidas pelo uso freqüente. Veja que efeito prejudicial causaria um provérbio em um texto dissertativo:

O problema da violência é algo do qual não podemos mais fugir. Por décadas sucessivas, assistimos ao abandono de um número incontável de menores carentes. Grande parte destas crianças, condenadas à marginalidade, tornaram-se bandidos perigosos.
Hoje, é muito comum o fato de alguns menores, perambulando pelas ruas por falta de escolas ou um lugar melhor para ficar, serem influenciados por estes pequenos delinquentes, aos quais acabam se unindo para praticarem delitos. Afinal, já dizia meu avô: “Dize-me com quem andas, que eu te direi quem és”.

03. NUNCA SE INCLUA EM SUA DISSERTAÇÃO
(principalmente para contar fatos de sua vida particular). Dissertar é analisar um assunto proposto, emitindo opiniões gerais. Deve ser feito de modo impessoal e com total objetividade. Essa visão imparcial se perde quando o autor confunde a problemática que está analisando com os problemas particulares que possa ter. Note o que pode acontecer:

Todos nós, apreensivos, observamos que o mundo moderno caminha para o caos. Vemos que a confusão, o desentendimento entre habitantes metropolitanos, os conflitos entre as nações e a ameaça de uma guerra atômica podem perfeitamente levar o homem à sua própria destruição. Eu vejo por mim mesma. Mal tenho tempo de dormir. Levanto de madrugada para pegar aqueles ônibus super-lotados. Trabalho o dia inteiro e quase não tenho tempo de estudar as matérias para as provas do meu colégio noturno. Além de tudo isso, meu patrão não me autoriza a ir ao médico, quando necessito.

OBSERVAÇÃO:
Você pode se posicionar sobre determinados temas, mas deve evitar a forma individualizada de fazê-lo, como ocorre no exemplo acima.

04. NÃO UTILIZE SUA DISSERTAÇÃO PARA PROPAGAR DOUTRINAS RELIGIOSAS. A religião, qualquer que seja ela, é uma questão de fé; a dissertação, por sua vez, é uma questão de argumentação, a qual se baseia na lógica. São, portanto, duas áreas situadas em diferentes planos. Não há como argumentar de modo convincente com base em dogmas religiosos; os preceitos da fé independem de provas ou evidências constatáveis. Torna-se, assim, completamente descabido fundamentar qualquer tema dissertativo em idéias que se situem em um plano que transcende a razão. Veja o inconveniente desse procedimento, através deste exemplo:

Nas últimas décadas, o mundo tem assistido, com muita apreensão, a conflitos localizados que emergem em diferentes pontos geográficos. Muitos temem que estas guerras, embora restritas a determinadas regiões, acabem por envolver as duas grandes potências, desencadeando uma guerra de caráter mundial.
Para combater esta contínua ameaça, só há uma solução: Jesus Cristo. O homem precisa lembrar que Deus mandou seu único filho a fim de mor¬rer na cruz para nos salvar. Ele derramou Seu sangue por nós, para livrar a humanidade de seus pecados. Só com Jesus poderemos sobreviver, pois Ele é nosso mestre e Senhor.

05. JAMAIS ANALISE OS TEMAS PROPOSTOS MOVIDO POR EMOÇÕES EXAGERADAS. Existem, sem dúvida, alguns temas dissertativos que envolvem a aná¬lise de assuntos dramáticos, os quais comumente causam revolta e indignação pela própria gravidade de sua natureza. Porém, por mais revoltante que se mostre o assunto tratado, ele deve ser abordado, em uma dissertação, de modo, se não imparcial, pelo menos comedido. Em outras palavras, não devemos deixar nossas emoções interferirem demasiadamente na análise equilibrada e objetiva que precisa transparecer em nossas dissertações, mesmo porque elas impedem que ponderemos outros ângulos da questão. Só assim, com a predominância da argumentação lógica, ela se mostrará convincente. Veja como a interferência do aspecto emocional pode prejudicar a elaboração deste modo:

Hoje, associam-se inúmeros fatores que intranquilizam a população das grandes cidades. A superlotação dos presídios, a ineficiência das entidades ligadas ao menor delinquente e os recursos limitados das forças policiais criam as condições favoráveis para a proliferação da criminalidade.
Os noticiários apresentam-nos todos os dias crimes bárbaros cometidos por verdadeiros animais, que deveriam ser exterminados, um a um, pela sua perversidade sem fim.
Estas criaturas monstruosas atacam, nas ruas escuras da periferia, pobres mulheres indefesas e as matam, impiedosamente. Amaldiçoados criminosos, andam por aí disseminando a podridão de suas almas, que hão de arder para sempre no fogo do inferno.
Pessoas como essas, que assassinam inocentes criancinhas, deveriam ser postas em cadeiras elétricas, o mais rápido possível. Morte aos monstros do crime!

06. NÃO UTILIZE EXEMPLOS CONTANDO FATOS OCORRIDOS COM TERCEIROS, QUE NÃO SEJAM DE DOMÍNIO PÚBLICO. É um procedimento perfeita¬mente normal lançarmos mão de exemplos que reforcem os fatos arrolados em uma dissertação. Entretanto, estes exemplos devem ser de conhecimento público, ou seja, fatos que todos conheçam por terem sido divulgados pelos meios de comunicação (jornais, rádio, televisão, etc.).
Não devemos, em hipótese alguma, introduzir na dissertação fatos ocorridos com pessoas que conhecemos particularmente. Isso daria um cunho pessoal a um tipo de redação que se propõe a analisar assuntos gerais. Veja um exemplo deste tipo de incorreção:

A prospecção de petróleo em plataformas marítimas em muito tem contribuído para o sucesso da Petrobras no cumprimento dos contratos de risco que assinou com vários países. Aqui mesmo nas costas brasileiras testemunhamos a construção e funcionamento destas plataformas que, em sua maioria, contribuem para aumentar as nossas reservas petrolíferas.
O filho de minha vizinha, Dona Laura, trabalhava em uma dessas plataformas. Ela levou um susto incrível quando houve um acidente há pouco tempo atrás. Seu filho sofreu algumas queimaduras e foi internado às pressas em estado grave. Dona Laura ficou a seu lado o tempo todo e felizmente ele sobreviveu ao terrível incêndio que praticamente destruiu aquele local e causou prejuízos enormes.

07. EVITE AS ABREVIAÇÕES. Procure escrever as palavras por extenso. As abre-viações são consideradas incorretas. Você não deve escrever frases como estas:

O ministro c/ seus assessores saíram da sala de reunião.
Verificaremos outros pontos da questão p/ compreendermos melhor esse assunto.
Os cidadãos daquele país tb se preocupam com a redemocratização.

08. NUNCA REPITA VÁRIAS VEZES A MESMA PALAVRA. Um dos erros que mais prejudica a expressão adequada de suas idéias é a insistente repetição de uma mesma palavra. Isso causa uma impressão desagradável a quem lê sua redação, além de sugerir pobreza de vocabulário. Quando você constatar que repetiu várias vezes o mesmo vocábulo, procure imediatamente encontrar sinônimos que possam ser usados em substituição a ele. Observe um exemplo:

Os empresários têm encontrado certos problemas para contratar mão-de-obra especializada, nesses últimos meses. O problema da mão-de-obra é conseqüência de um problema maior: os altos níveis de desemprego constatados algum tempo atrás. Enfrentando problemas para conseguir em-pregos nas fábricas a que estavam acostumados, dedicaram-se a outras atividades, criando, para as Indústrias, o problema de não encontrar pessoas acostumadas a funções especificas. Demorará ainda algum tempo para que este problema seja solucionado.

09. PROCURE NÃO INOVAR, POR SUA CONTA, O ALFABETO DA LÍNGUA PORTUGUESA. Evidentemente, certas caligrafias apresentam algumas variações no modo de escrever determinadas letras do nosso alfabeto. No entanto, essa possível variação não deve ser exagerada a ponto de tornar a letra praticamente irreconhecível.

10. TENTE NÃO ANALISAR OS ASSUNTOS PROPOSTOS SOB APENAS UM DOS ÂNGULOS DA QUESTÃO. Uma boa análise pressupõe um exame equilibrado da realidade na qual se situa o assunto tratado em uma dissertação. O bom senso, nas opiniões emitidas, está diretamente relacionado à capacidade de se enxergar o problema pelos diversos ângulos que apresenta. Uma análise extremamente radical ignora outros aspectos que devem ser levados em conta em uma reflexão equilibrada sobre qualquer tema, por isso é indesejável. Note, neste trecho, como isso ocorre:

O advento da televisão nas últimas três décadas foi, com certeza, o golpe mortal desferido na inteligência e na cultura dos milhões de telespectadores que dela se utilizam e que a ela estão inconscientemente aprisionados. É a televisão a grande responsável pelo processo de massificação a que se submetem principalmente as novas gerações. Afastadas dos livros e das formas mais eruditas da música e de outras artes, têm diante dos olhos o desenrolar de programas medíocres que promovem, indiscutivelmente, a desinformação.
Isso sem contar com as distorções de comportamento provocadas principalmente nas crianças que assistem, impassíveis, aos desenhos que primam pela violência, destruição e insensibilidade.
Este veículo de comunicação é, sem dúvida, o mal do nosso século: destrói o espírito crítico e promove a alienação em todos os níveis.

11. NÃO FUJA AO TEMA PROPOSTO. Quando você receber um tema para dissertar sobre ele, leia-o com atenção e escreva sobre o que se pede. Jamais fuja do assunto solicitado, mesmo que seus conhecimentos sobre ele sejam mínimos. Costuma-se atribuir nota zero (ou um pouco mais) a uma redação sobre outro assunto não aquele pedido. Não é difícil entendermos o quanto seria absurdo alguém seriar sobre os acidentes ocorridos em usinas nucleares em várias partes do mundo quando o tema pedido fosse o problema dos menores abandonados no Brasil. Para evitar esse tipo de inconveniência, antes de começar a elaborar a redação convém ler várias vezes o tema para compreender exatamente o que está se solicitado.
Às vezes comete-se um outro engano semelhante ao que foi comentado acima: de acontecer de se desenvolver um tema similar àquele que foi proposto. Isso também prejudica demais a redação, pois mostra que a pessoa não apresenta capacidade de ler e interpretar corretamente a solicitação feita. Suponhamos que o tema fosse o seguinte:

O governo brasileiro vem empreendendo esforços para, juntamente com o governo da República Argentina, criar acordos de cooperação econômica, lançando as bases para a possível formação de um mercado comum sul-americano.

Caso não compreendesse bem o conteúdo dessas afirmações, a pessoa poderia incorrer no erro de dissertar sobre algum assunto paralelo. Por exemplo, escreveria sobre como essas duas nações conseguiram retomar os rumos da democratização, depois de longos períodos de ditadura militar. Embora esta análise esteja relacionada com o tema dado, não aborda propriamente o assunto central proposta ou seja, os acordos de cooperação econômica.

ATENÇÃO!
Até agora, mostramos o que você não deve fazer em sua dissertação. Terminaremos este assunto com uma recomendação importantíssima sobre o que deve ser feito:

Utilize sempre a 1ª pessoa do plural em vez da 1ª pessoa do singular em suas dissertações. Em outras palavras, você deve escrever “acreditamos”, “entendemos”, “analisamos”, e não “acredito”, “entendo”, “Analiso”. Saiba que, embora possa parecer um tanto estranho, este é o procedimento habitual quando se redige uma dissertação. Para que você entenda melhor, daremos um exemplo transcrevendo a Conclusão de uma composição, inicialmente na 1ª pessoa do singular e, depois, na 1ª pessoa do plural:

Em vista do que foi observado, verifico a existência de um nítido contraste entre estas duas regiões brasileiras. Espero, como cidadão sensível a essa problemática, que não sejam poupados esforços para levar a todos os brasileiros condições dignas de subsistência.

Em vista do que foi observado, verificamos a existência de um nítido contraste entre estas duas regiões brasileiras. Esperamos, como cidadãos sensíveis a essa problemática, que não sejam poupados esforços para levar a todos os brasileiros condições dignas de subsistência.

Leia com atenção os dois parágrafos conclusivos e observe o diferente efeito causado pelo uso de uma ou de outra pessoa do discurso. Parece-nos indiscutível o fato de a 1ª pessoa do plural imprimir à redação um cunho impessoal, além de elevar o nível da linguagem. Ademais, é a forma convencionalmente usada nas dissertações em geral.
Para finalizar nossas considerações sobre a dissertação, convém dar uma última sugestão: procure sempre se manter informado sobre os mais diversos assuntos. Quanto melhor você conseguir compreender as questões econômicas, políticas e sociais de seu país e do exterior, maiores condições terá de redigir sobre qualquer tema.
Não perca oportunidades de conversar com pessoas que conheçam determinado as-sunto, na tentativa de aprender algo com elas. Ler jornais e revistas, assistir a programas de telejornalismo, ouvir entrevistas pelas emissoras de rádio também parece-nos muito importante.
Somando o que você puder aprender através destes procedimentos às informações que lhe são transmitidas durante as aulas, você certamente ampliará cada vez mais sua cultura geral.
Terça, 30 Junho 2009 18:28

Operação Fumaça

Funasa troca dirigente no Ceará, mas “sem pré-julgamento”
O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Danilo Forte, deu posse ontem ao novo chefe da Divisão de Engenharia e Saúde Pública da Funasa no Ceará (Diesp -CE), engenheiro Manoel Maria Nava Júnior, afirmando que a troca de chefia não significava um pré-julgamento.
O novo chefe substitui o engenheiro Petrônio Soares. No último dia 17, a Polícia Federal realizou a chamada Operação Fumaça, para investigar supostos superfaturamentos em licitações e outras irregularidades em convênios da Funasa com seis prefeituras do Ceará. Soares foi exonerado, mas, como servidor de carreira, permanece na Funasa.
“Não estamos aqui fazendo nenhum tipo de pré-julgamento, até porque não é esse o nosso papel. O Nava está vindo para a Diesp-CE devido à paciência e competência que ele tem para ocupar este cargo”, disse Danilo Forte, segundo quem a troca de dirigente é de “ordem administrativa”.
A assessoria de imprensa do órgão informou que o Diesp-CE irá analisar os projetos de saneamento referentes aos Convênios e Termos de Compromisso com os municípios de Ararendá, Aurora, Independência e Ipaporanga. Além de Caucaia, Iguatu, Brejo Santo, Reriutaba, Nova Russas e Morrinhos, municípios em que a PF realizou a Operação Fumaça.
Sábado, 27 Junho 2009 10:36

Concurso

PF deve abrir 600 vagas
Seiscentas vagas para concurso da Polícia Federal foram autorizas pelo Ministério Planejamento na última quinta, 25. Serão 400 vagas para escrivão e 200 para agente, sendo o salário inicial de R$ 7.514,33 e o final de R$ 11.879,08. Para participar do concurso é exigido nível superior em qualquer área.Por conta da grande demanda de transferência de funcionários para outras regiões do país, a região norte deve receber a maior parte dessas vagas; além do reforço do policiamento da região amazônica.
O edital deve ser publicado pelo Departamento de Polícia Federal em até quatro meses. A banca responsável pelo concurso já começou a ser escolhida.
Sábado, 27 Junho 2009 10:29

Deu no Cláudio Humberto

Agaciel depositou US$ 10 mil na conta de Virgílio
Durante viagem a Paris com a família, em 2003, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), recebeu em sua conta 10 mil dólares depositados pelo então diretor-geral
do Senado Agaciel Maia, a título de ajuda emergencial. A revelação é da revista IstoÉ, que circula neste final de semana. Na ocasião, Maia convocou o gerente da agência do Banco do Brasil no Senado, em pleno domingo, para ordenar a transferência.
Sexta, 26 Junho 2009 23:40

Otimismo

Brasileiro está ainda mais otimista em relação à crise econômica
Governo do presidente Lula é avaliado como ótimo ou bom por 68% da população
O brasileiro está ainda mais otimista em relação à crise econômica e seus efeitos no Brasil, de acordo com a pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta terça-feira, 9 de junho.
Os resultados mostram que melhoraram as expectativas da população em relação ao cenário econômico atual e futuro, o que impacta na avaliação positiva do governo e do presidente.
De maneira geral, 77% consideram que 2009 tem sido um ano bom ou muito bom. A percepção de que a inflação e o desemprego deverão aumentar nos próximos seis meses diminui em relação ao verificado em março: de 62% para 51%, no caso da inflação, e de 68% para 53% em relação ao desemprego. Já a própria renda não deve mudar para 46%, mantendo o patamar verificado na pesquisa anterior (44%).
O governo do presidente Lula é avaliado como ótimo ou bom por 68% da população. A maneira como o presidente Lula administra o Brasil é aprovada por 80% e 76% confiam no presidente.
Crise
Para 78% dos entrevistados, a atual crise econômica é considerada grave ou muito grave, mas 53% acreditam que a economia brasileira será pouco prejudicada pela crise e é expressivo o crescimento do contingente que afirma que o Brasil está mais preparado para enfrentá-la: 48% contra 39% há três meses.
Nesta rodada ocorre ainda uma mudança em relação à projeção de consumo. Mais da metade da população (53%) afirma que não alterou nem pretende alterar seus hábitos de consumo. Há três meses, 45% pensavam dessa maneira.
Intenção de voto para presidente
Em um dos cenários estimulados pela pesquisa, José Serra tem 38% das intenções de voto contra 18% de Dilma, 12% de Ciro Gomes e 7% de Heloisa Helena. Já no cenário em que o nome do PSDB é Aécio Neves, Ciro Gomes obtém 22%, mesmo patamar da candidata petista que obtém 21%, o tucano fica com 12% e Heloisa Helena, com 11%.
Sobre a pesquisa
Período: A pesquisa foi realizada entre 29 de maio e 1º de junho.
Amostra: Foram realizadas 2.002 entrevistas em 143 municípios brasileiros.
Margem de erro: É de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%.

Fonte: IBOPE Inteligência

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