Especialistas explicam a importância do conceito para a preservação do meio ambiente e apontam as legislações que regulamentam a prática
Tornar empresas e indústrias dos mais variados segmentos responsáveis por todo o ciclo de vida útil de um produto, promovendo a reutilização ou o descarte correto dos bens de consumo é a essência da Logística Reversa. Além de representar um processo vital para o desenvolvimento sustentável do planeta, o processo de restituição dos resíduos sólidos ao setor industrial é mais do que uma orientação e está previsto em lei.
Em 2010, o governo brasileiro implantou a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, lei nº 12.305, que define a Logística Reversa como um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. A lei prevê a redução, reutilização e reciclagem na geração de resíduos, além de regulamentar e impor a implementação de sistemas de produção e consumo consciente a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes.

Mateus Prado é especialista no ENEM
“A denúncia da Folha precisa ser levada a sério. O Ministério Público deve abrir investigação e, se comprovada as irregularidades, os responsáveis devem ser punidos. Investigação isenta e aplicação rigorosa da lei fortalecerão o Enem, mesmo em meio ao contexto de fraude constatada.”
A Folha de São Paulo publicou uma análise estatística dos microdados do ENEM que indica claramente a existência de fraudes em todas as edições da prova e que grupos especializados comercializam o gabarito do exame, num engenhoso esquema ilegal de resolução das provas em tempo real seguido da transmissão das respostas.
A metodologia que a Folha usou, apesar de parecer complexa, é relativamente simples e barata de aplicar, se feita por bons estatísticos. Na verdade, ela até se popularizou quando um livro de estatística em linguagem popular fez muito sucesso no Brasil e no mundo (Freakonomics – O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta). O livro conta, entre outras histórias, a experiência do departamento de Educação da cidade de Atlanta. Lá tinha sido adotada uma prova de avaliação da Educação cujo resultado influenciava diretamente o valor de bônus que seria pago a professores e demais profissionais envolvidos.
Ora, bonificação é uma forma de aumentar, consideravelmente, a remuneração dos professores. E quando existem motivadores econômicos que condicionam a mudança de uma realidade em troca de vantagens financeiras já é esperado que parte dos agentes que irão se beneficiar da possível vantagem façam esforços para atingir as metas que garantem a melhoria de seu poder de compra, mesmo que esses esforços não sejam muito éticos. E o bônus na cidade de Atlanta foi o maior responsável pela fraude que foi encontrada quando estatísticos foram analisar o comportamento de respostas das questões de testes para avaliar a qualidade do sistema de ensino municipal. Descobriu-se que pelo menos 178 professores participaram de uma fraude para enganar o sistema de avaliação e ter seus recebimentos aumentados. E eles estavam distribuídos em 44 das 56 escolas analisadas. Alguns professores simplesmente marcavam/corrigiam o gabarito dos alunos para inflar as notas médias de suas turmas.
Uma vaga em Medicina, Engenharia, Direito, entre outras, em uma Universidade Pública também é um belo incentivo econômico. Pagar 6 anos de Medicina em uma Universidade Particular pode custar mais que R$ 720.000 só em mensalidades, fora que a lógica cruel da seleção ‘meritocrática’, da escassez de vagas e do exagerado ganho de status social já faz ser muito atraente passar em Medicina e em alguns outros cursos sem estar preparado para tal, até mesmo em Universidades particulares. Sendo assim, é tolice nossa esperar que não existissem, ou no novo e bom ENEM ou no velho e ruim Vestibular, estruturas que fraudassem os sistemas e que aprovassem alunos mais abastados fornecendo o gabarito em troca de modestas colaborações milionárias.
E foi o que aconteceu. Não em um ou outro ano do ENEM. Aconteceu em praticamente todos os anos em que ele foi aplicado. E é óbvio que já acontecia antes do ENEM.

A sociedade deve lutar pelas águas da mesma forma que um trabalhador reivindica salários e condições sociais mais justas.
Vivemos um período crítico de racionamento de energia por causa dos baixos níveis dos reservatórios das usinas. É preciso ter uma relação equilibrada com a água, da mesma forma que passamos a ter com a energia elétrica.
A sociedade deve lutar pelas águas da mesma forma que um trabalhador reivindica salários e condições sociais mais justas. Tudo isso é uma questão de educação, o tema deve ser discutidos em todos os níveis da sociedade, por pessoas de todas as idades visando um ideal coletivo de uso racional da água.

A Universidade Regional do Cariri-URCA divulgou em edital as datas de inscrições e das provas do seu vestibular 2018.2. Os candidatos podem se inscrever no processo seletivo entre os dias 30 de abril e 13 de maio. As provas serão aplicadas nos dias 30 de junho e 1° de julho de 2018. 

LEIA AQUI O EDITAL

  

17 anos do A Praça
Hoje, 31 de março de 2018, o jornal A Praça chega aos seus 17 anos. Desde 31 de março de 2001, são 888 edições, 888 sábados, ininterruptos de circulação, levando notícias, fatos, opiniões aos leitores. Ressalte-se também os colaboradores, anunciantes, assinantes, parceiros e principalmente talentos que foram revelados nas páginas do A Praça. Muitos encontraram nas páginas do A Praça a oportunidade de publicar seus textos, contos, crônicas, poesias, artigos de opinião, saindo do anonimato, influenciando o pensamento dos leitores, trazendo à tona assuntos dos mais variados temas.

Salve, salve A Praça!
A mídia impressa dos grandes grupos de comunicação se rendeu à globalização, com a diminuição de repórteres em sua redação, usando notícias das agências. Isso não se adequa a jornais regionais, locais. O A Praça faz parte de nossa comunidade, apesar de ultrapassar as fronteiras municipais, regionais, nacionais e internacionais, mantém equipe de repórteres e jornalistas que produzem conteúdo, exclusivo ou não, mas autoral. O A Praça mantém editor-chefe, editor-executivo, diretor de redação e conselho editorial. Ou seja, ainda que seja um jornal do interior do Ceará, o A Praça zela pelo conteúdo produzido e publicado em suas páginas, assumindo assim essencial papel de reportar os fatos locais. Em que outro jornal que não local circulariam as notícias dos bairros, das comunidades rurais? Como poderíamos conhecer histórias de nossos munícipes, importantes ou populares? Portanto, salve o A Praça que há 17 anos registra não só fatos e notícias de Iguatu, mas que também escreve a história de nossa cidade. Esse é o nosso maior legado.

 

A Comissão Executiva do Vestibular-CEV publicou edital que trata das solicitações de isenções para o vestibular 2018.2, estabelece as normas e fixa o período para solicitação de isenção da taxa de inscrição do Processo Seletivo Unificado 2018.2 - URCA, destinado ao ingresso nos cursos de graduação da URCA, nas cidades de Iguatu, Crato, Juazeiro do Norte, Campos Sales e Missão Velha.
O pedido de isenção deve ser feito nos dias 02 e 03 de abril. Para ter acesso ao Edital, acesse a página do Vestibular 2018.2 (CLIQUE AQUI)

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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