Preparação focada no ensino superior deve começar pelo High School
Ter no currículo a passagem por uma instituição de ensino renomada no mundo inteiro abre muitas portas para quem está no mercado de trabalho. E para conquistar uma vaga nas mais conceituadas universidades estrangeiras é fundamental ter habilidades consideradas primordiais na atualidade. Inglês fluente, comprometimento e liderança estão entre elas. Uma maneira de iniciar a jornada rumo a Yale, Columbia, Berkeley, Oxford e London School of Economics, entre outras, é cursar o ensino médio fora do Brasil. O High School, garante Cláudia Leite, Chefe de Admissões da EF Academy Brazil, é perfeito para desenvolver e potencializar os requisitos que destacam os estudantes na hora da seleção. Confira na lista abaixo:
1) Proficiência em inglês
Ainda que outras línguas tenham adquirido importância nos últimos anos, o inglês segue como a principal delas. É fundamental que o estudante seja capaz de comunicar bem suas ideias e opiniões, além de estar apto a escrever de ensaios a pesquisas, tendo ainda a capacidade de fazer apresentações orais;
2) Liderança


O simulador de notas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ferramenta inédita anunciada neste ano pelo Ministério da Educação, poderá ser utilizado em qualquer computador, em qualquer hora e em qualquer lugar pelos estudantes. O MEC disponibilizou para download o simulador para ajudar ainda mais os estudantes a escolher o curso superior desejado. O objetivo da plataforma é fazer comparativo de informações para aperfeiçoar o desempenho dos alunos.
O simulador ajuda o estudante a ter uma noção sobre o que ele precisa melhorar no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ser selecionado no curso desejado. Com a ferramenta – que será um instrumento de consulta permanente –, à medida que o estudante inserir as notas, poderá verificar onde teria sido aprovado e em quais opções.
O programa foi desenvolvido pela equipe de Business Intelligence (BI) da Secretaria Executiva do MEC e o uso é bem simples. Basta que o estudante acesse a página do Sisu na internet e clique no link “Simule aqui seu desempenho no Sisu”. Depois disso, abrirá outra página onde terá a opção “download”. Com o simulador instalado, o estudante deve inserir suas notas no Enem e poderá filtrar a comparação por região, turno e cursos. A simulação vale apenas para as modalidades de ampla concorrência ou reservas de vagas da Lei nº 12.711/2012.
Na prática, vai funcionar assim: ao entrar no simulador, com a ferramenta já instalada no computador, o estudante coloca suas notas das disciplinas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagem, matemática e redação, de qualquer das edições do Enem que tenha participado. Depois, marca a alternativa “ampla concorrência” ou “lei de cotas” e, se desejar, usa os filtros disponíveis. Caso deseje uma simulação mais específica, pode ainda selecionar algumas das modalidades de concorrência, a região e a UF (unidade da federação) de sua preferência, além do curso e turno desejados.
O simulador faz um comparativo com todas as edições passadas do Enem, desde 2010 (primeiro semestre), quando o Sisu foi implantado pela primeira vez, até 2018 (segundo semestre), mostrando a menor nota que ingressou em determinada graduação, por universidade e edição do Sisu.
Acesse a página de download do simulador.

MEC - Assessoria de Comunicação Social

Kellin Inocêncio
Ao pensarmos nos campos da educação e da comunicação nos remetemos a um leque de teorias que envolvem profissionais e estudiosos dessas duas grandes e significativas áreas de conhecimento. Em ambas, a estrutura dialógica, bem como a leitura de mundo, incorpora a linguagem e o diálogo tanto para a formação pessoal e social dos sujeitos quanto para a utilização das diversas mídias como recursos didático-pedagógicos em sala de aula e na exploração dos espaços escolares.
A educomunicação não se restringe apenas ao ato de possibilitar que educandos e educadores tenham contato com alguma mídia no ambiente escolar, mas sim, propicia o educomunicar – termo referente à didática contínua que ultrapassa a leitura da palavra e contempla a complexa leitura do cotidiano e do mundo, como defendia Paulo Freire (1986).


Além do apoio financeiro, organização oferece programas de desenvolvimento e mentoria aos jovens selecionados
A Fundação Estudar abre as inscrições para o Programa Líderes Estudar 2019, seu conhecido programa de bolsas. Podem se candidatar jovens de 16 a 34 anos, matriculados, em processo de aceitação ou cursando o ensino superior em uma das quatro categorias de bolsa: graduação completa no Brasil, intercâmbio acadêmico de graduação ou duplo diploma no exterior, graduação completa no exterior e pós-graduação no exterior.
Mais do que o apoio financeiro, o principal benefício para os selecionados é fazer parte da Comunidade de Líderes Estudar – rede de talentos da organização que tem como missão contribuir para grandes transformações no Brasil em diferentes setores. Eles têm acesso a mentoria e momentos de networking com grandes líderes, além de participar de diversos programas de desenvolvimento pessoal e profissional oferecidos pela instituição.

Sexta, 04 Janeiro 2019 13:13

Novos cursos de Medicina

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Novos cursos de Medicina
O MEC homologou o resultado final dos novos cursos de Medicina autorizados pelo edital 01/2018/SERES/MEC. São 26 cidades beneficiadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Ceará, 3 municípios foram contemplados: Canindé (mantenedora UB UNISAOLUIS Educacional AS), Itapipoca (mantenedora Associação Igreja Adventista Missionária AIAMIS) e Quixadá (mantenedora IREP Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental LTDA).

Medicina em Iguatu
Quem acompanha o referido edital do MEC deve se lembrar que eram 27 cidades pré-selecionadas para receber curso de Medicina. Mas só 26 homologadas pelo MEC no último dia 27/12, porque faltou o resultado final de Iguatu, cuja homologação está suspensa por força da decisão judicial exarada nos autos do Mandado de Segurança nº 1024701-95.2018.4.01.3400, em trâmite na 2ª Vara Federal Cível da SJDF, conforme Parecer de Força Executória nº 00891/2018/COASP/PRU1R/PGU/AGU.

Concorrentes
Para ofertar o curso de Medicina em Iguatu, concorreram as instituições IREP Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental LTDA (Estácio), Associação Igreja Adventista Missionária – AIAMIS (INTA), Instituto Leão Sampaio de Ensino Universitário LTDA, IUNI EDUCACIONAL - UNIME Salvador LTDA. As mantenedoras aparecem na ordem de classificação. Estácio e INTA continuam na disputa, agora na Justiça. O resultado final está previsto para fevereiro de 2019.


Para melhorar experiência de ensino, instituições brasileiras deverão inserir metodologias on-line para avançar no mercado, como gamification, blended learning e apps

Diante de um cenário incerto, complexo e ambíguo, a educação pode fazer a diferença no futuro. De acordo com o levantamento internacional a longo prazo Educação 2030, feito pela OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development), serão necessárias novas soluções educacionais já que o mundo está em constante mudança social, econômica e ambiental. Deverão ser traçados objetivos mais amplos na educação, como o bem-estar individual e coletivo; e certamente será desenvolvido um novo conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores nos estudantes.
A curto prazo, segundo Elton Ivan Schneider, diretor da Escola de Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter, já em 2019 o uso da tecnologia será ainda mais necessário, incluindo o surgimento de novas profissões nesse segmento, como profissionais para atuar em Gestão de Startups, Varejo Digital, E-commerce, Blockchain, Finanças Digitais, Fintechs, Global Trading (Negócios Globais), jogos digitais, segurança cibernética, Coaching, entre outros. “Além disso, a otimização do tempo é cada vez mais valorizada por quem procura cursos superiores”, explica o professor. Schneider selecionou cinco tendências relevantes para o mercado brasileiro. Confira:
1. Blended Learning
Também conhecido como ‘aprendizado híbrido’ ou ‘modelo semipresencial’, essa metodologia combina sala de aula e educação on-line. O foco é na integração de ferramentas digitais, técnicas e materiais virtuais com a sala física. O modelo semipresencial também surge como alternativa para reduzir a evasão no ensino superior, já que os estudantes podem conciliar a vida acadêmica, profissional e pessoal com mais tranquilidade e a preços mais acessíveis. Na Uninter, o sistema já é utilizado desde 2014.

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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