Quando o assunto é faculdades e instituições de ensino superior, o termo “Reconhecido pelo MEC” aparece. Mas o que isso quer dizer exatamente?

Sempre que uma faculdade, centro universitário ou universidade decide abrir um curso superior, este curso precisa ser completamente avaliado pelo Ministério da Educação (MEC). O MEC precisa avaliar a qualidade do curso que está sendo oferecido pela instituição de ensino antes de liberar a abertura do mesmo. O MEC também avalia as instituições de ensino como um todo, gerando notas que vão desde insuficiente até positivas.
Como o MEC avalia as faculdades?
Atualmente, as instituições de ensino superior (sejam públicas ou privadas) devem ser avaliadas pelo MEC a partir de dois conceitos:
Índice Geral de Cursos (IGC) – Este é um índice calculado através de todos os cursos de graduação e pós-graduação em uma média ponderada.
Conceito Institucional (CI) – O conceito institucional é feito através de uma visita à instituição de ensino. Nesta visita é analisada toda a estrutura das instalações físicas da faculdade, além do Plano de Desenvolvimento Institucional, a gestão e as políticas de Recursos Humanos.
Através destes dois conceitos são atribuídas notas que vão de 1 a 5, onde 5 é a nota máxima, 3 é considerada positiva e notas 1 e 2 são insatisfatórias.

Grace Hopper popularizou o termo "debug" ao descrever um erro de sistema após encontrar um pequeno inseto nas conexões do seu computador | Ilustração: Hannah Eachus

Se pedirem para você citar inventores importantes, nomes como Thomas Edison, Alexander Graham Bell e Leonardo da Vinci provavelmente virão à sua mente. Mas e Mary Anderson? E Ann Tsukamoto? Já ouviu falar delas? Talvez não, mas certamente conhece seus feitos: Anderson patenteou o limpador de para-brisa controlado pelo lado interno do veículo; Tsukamoto desenvolveu um processo para isolar células-tronco humanas.

A série da BBC "100 Mulheres", dedicada a histórias nas quais as personagens femininas são as protagonistas, lançou um desafio. A ideia é incentivar mulheres de todo o mundo a criar inovações para alguns dos maiores problemas que enfrentam.

Para quem busca uma inspiração, listamos nove mulheres e suas invenções:

1. Softwares de computadores - Grace Hopper

Depois de entrar na Marinha dos EUA, ainda durante a Segunda Guerra Mundial, a almirante Grace Hopper foi destacada para trabalhar num novo computador chamado Mark 1. Pouco depois, ela já estava na linha de frente da programação de computadores. Em 1952, ela criou o primeiro compilador, para traduzir um comando textual para uma linguagem em códigos a serem lidos pelo computador. Isso fez com que a programação fosse mais rápida e acabou revolucionando a forma como esses sistemas funcionam. 

Toda a obra de Machado de Assis está disponível no portal que leva seu nome, agora acessível de qualquer dispositivo móvel ou fixo. Criado em 2008 pelo Ministério da Educação, em comemoração ao aniversário de 100 anos da morte do escritor, a página, reformulada, acaba de receber novas funções. O novo layout é preparado para dispositivos móveis, com uso de técnicas modernas de design, e atende às normas de acessibilidade do Governo Federal, com recursos de alto contraste, salto para conteúdo e menu. O sistema de busca também foi aprimorado, assim como o sistema de cadastro, com filtros e busca da obra completa, que foi organizada em categorias.

Toda a obra literária de Machado de Assis pode ser baixada em formato PDF por qualquer pessoa. Basta escolher entre as várias linguagens – romance, conto, poesia, crônica, teatro, crítica, tradução, miscelânea ­– disponíveis na aba Obra completa, e em seguida selecionar o título. A página oferece ainda informações sobre a cronologia, a bibliografia, dissertações sobre a obra do autor e vídeos produzidos pela TV Escola. O portal Machado de Assis Vida e Obra é resultado de uma parceria entre o Portal Domínio Público – a biblioteca digital do MEC – e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (NUPILL), da Universidade Federal de Santa Catarina.

Acesse o portal Machado de Assis Vida e Obra

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Há uma semana a cidade de Iguatu foi surpreendida pelas informações de mudanças no corpo administrativo e pedagógico do Centro Educacional Cenecista Ruy Barbosa, uma das escolas mais tradicionais do município. A professora Íris Cristina, nova diretora da instituição, fala em entrevista ao A Praça sobre as principais mudanças

A Praça- O que de fato mudou no colégio Ruy Barbosa de Iguatu?

Íris Cristina – O colégio cenecista Ruy Barbosa vivencia a partir de agora fase de reestruturação para o fortalecimento dos processos administrativos e, especialmente, dos processos pedagógicos - o foco é a aprendizagem dos alunos.

A Praça- Essas alterações estavam previstas para acontecer? Desde quando?

Íris Cristina – Ao longo dos últimos anos a CNEC, mantenedora do colégio, tem implementado inúmeras e consistentes melhorias na operação das Instituições Educacionais e as alterações realizadas recentemente já estavam sendo pautadas junto à direção local.

A Praça - Se as transformações não acontecessem, havia risco de comprometer o funcionamento da escola? Havia risco de encerramento das atividades? 

Existe um assunto que está ficando cada vez mais comum em discussões relacionadas a educação, a Gamificação. O conceito de juntar educação e jogos foi proposto a alguns anos e a ideia é tentar trazer o engajamento e dedicação que as crianças tem com jogos e usar estes elementos na educação. Uma forma de fazer isso é tentar criar jogos que podem ensinar enquanto divertem. Para este propósito existe um site muito legal chamado Escola Games.

O que é o Escola Games? O Escola Games é um site completamente gratuito e que conta com vários jogos educativos para crianças a partir dos 5 anos de idade. Todos os jogos são desenvolvidos com o acompanhamento de profissionais da área da pedagogia para garantir que o jogo cumpra o seu objetivo de ensinar enquanto diverte. Atualmente o jogo já conta com 80 jogos com temas relacionados à língua portuguesa, matemática, geografia, história, ciências, ao inglês e ao meio ambiente. Também existem alguns jogos ligados a cultura brasileira e seus costumes. O Escola Games está constantemente tentando melhorar a sua biblioteca de jogos com uma equipe que trabalha para trazer atualizações mensais a plataforma. Alguns jogos estão disponíveis para Android e iOS, sendo uma excelente opção para que crianças desenvolvam as suas habilidades de concentração e solução de problemas. A plataforma é mais do que uma simples coleção de jogos online. Cada um é feito para conseguir alcançar um resultado positivo nas crianças que acessam um site.

O que é a Gamificação e porque ela funciona escola-game? A Gamificação (ou como é referida algumas vezes, Gamification) é o processo de tentar adotar mecânicas de jogos em tarefas do dia a dia. Ela pode ser usada para muito mais do que a educação, sendo uma estratégia matadora para aumentar a produtividade em empresas, principalmente startups.

O Banco Internacional de Objetos Educacionais – BIOE é um repositório criado pelo Ministério da Educação – MEC, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, Rede Latinoamericana de Portais Educacionais – RELPE, Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI e outros. O site tem o propósito de manter e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos, como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional, além de imagem, mapa, hipertexto considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade educacional local, respeitando-se as diferenças de língua e culturas regionais.

Espera-se ainda com este repositório venha estimular e apoiar experiências individuais dos diversos países, ao mesmo tempo que se promove um nivelamento de forma democrática e participativa. Assim, países que já avançaram significativamente no campo do uso das tecnologias na educação poderão ajudar outros a atingirem o seu nível. Uma vez que o repositório conta com recursos de diferentes países e línguas, professores de qualquer parte do mundo poderão acessar os recursos em sua língua materna, traduzir os que estão em outra língua, assim como publicar as suas produções em um processo colaborativo.

Os materiais publicados estão disponíveis para os gestores de políticas educacionais locais, gestores escolares, gestores de repositórios educacionais, bem como os professores da Educação Básica, Profissional e Superior, além dos produtores de recursos pedagógicos digitais, pesquisadores e da população em geral.

Clique aqui para acessar a página do Banco Internacional de Objetos Educacionais – BIOE

Fonte: Canal do Ensino

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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