Sábado, 14 Outubro 2017 00:26

(In) segurança pública

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Medo, espanto, pavor, indignação... Iguatuenses cada vez mais intimidados por ações do crime organizado que silenciosamente se instalou na cidade e agora ameaça a paz e a tranquilidade com ações de violência na disputa pelo poder paralelo, principalmente tráfico de drogas. Antes reclusos ao anonimato e às escuras, agora os soldados das quadrilhas e facções criminosas agem em qualquer lugar e hora do dia. Intimidam, principalmente, cidadãos e cidadãs, que diante da ineficiência das forças de segurança pública, sentem-se ameaçados até para ir ao trabalho. Como a situação chegou a tal ponto? Cadê a inteligência policial que não percebeu o recrutamento e o fortalecimento de grupos de bandidos que ora sitiam a cidade? As polícias devem agir com o rigor da lei, identificar os chefões, desarticular as quadrilhas para devolver as ruas a quem é honesto, íntegro e não se envolve com o crime. A justiça tem que punir com efeito os transgressores. A sociedade precisa se organizar nas igrejas, sindicatos, associações, clubes de serviço e cobrar apoio e investimentos dos governantes. É hora de dar um basta nessa violência toda!

 

Quer se preparar para a Redação? O Hora do ENEM debate mais um tema importante para a atualidade: “Xenofobia e a intolerância a imigrantes no século XXI”. Entenda com os Professores Luiz Guilherme Barbosa e Roberto Marques os principais aspectos envolvidos nessa questão e saiba como construir argumentos adequados sem ferir os Direitos Humanos.

 

Hora do ENEM: Má alimentação e sobrepeso
Esse episódio debate a relação entre a má alimentação e o aumento do sobrepeso da população brasileira. Para isso, a Professora Milena Eich apresenta diversos pontos de vista sobre o tema e ensina como utilizá-los na construção do texto sem correr o risco de fugir do tema. Confira o vídeo abaixo:

 


Jovens da Geração Smartphone são menos rebeldes, mais solitários e menos felizes (Getty Images)

Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta, segundo uma pesquisa americana.

A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores.
Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos.
Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre), com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos e entrevistas em profundidade.
Em entrevista à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco.

Por Alex NewmanDa PRI (Rádio Pública Internacional)


A curadora Lindsay Smith Zrull analisa uma antiga fotografia em chapa de vidro (Foto: Alex Newman/PRI)

Em um porão apertado da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma equipe de mulheres trabalha para documentar a rica história de suas predecessoras, mulheres astrônomas.

Mais de 40 anos antes de as mulheres americanas ganharem o direito ao voto, elas se destacavam no Observatório de Harvard College fazendo grandes descobertas sobre o espaço. Entre 1885 e 1927, o observatório empregou cerca de 80 mulheres que estudavam fotografias de estrelas em chapas de vidro. Elas encontravam galáxias e nebulosas e criavam métodos para medir distâncias no espaço.
Essas mulheres eram famosas - os jornais escreviam sobre elas, e artigos científicos levavam suas assinaturas. Mas, no século seguinte, elas foram praticamente esquecidas. Porém, uma descoberta recente de milhares de páginas com cálculos escritos por essas astrônomas voltou a jogar luz sobre seu legado.
Cercada de inúmeras fotografias do céu em chapas de vidro, a curadora Lindsay Smith Zrull mostra algumas das melhores amostras da coleção.
Algumas delas, porém, têm autoria desconhecida. Quando Smith Zrull encontra uma combinação entre iniciais inscritas nas chapas e nomes completos em registros antigos de Harvard, ela anota a identificação em um documento criado há 18 meses. Hoje, ela tem cerca de 130 nomes femininos registrados.
"Pouco a pouco, estou conseguindo montar o quebra-cabeça de quem era quem, quem estava aqui e quando, e o que elas estavam estudando", diz a pesquisadora. Ela aponta para uma chapa de vidro repleta de anotações em quatro cores diferentes. "Um dia, vou descobrir que é M.E.M".

A votação da proposta que reduz a maioridade penal em casos como homicídio doloso de 18 para 16 anos foi adiada por 10 votos a 8 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.

O assunto tem sido discutido ao longo de muitos anos e até hoje, não se chegou a nenhum consenso de quais políticas públicas poderiam ser implementadas, que seriam viáveis, para reduzir a criminalidade no país. De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança do Rio de Janeiro, Vinícius Cavalcante, esta redução da maioridade não vai resolver a questão da segurança pública no Brasil. “As crianças hoje são muito mais fortes, muito maiores que seus pais. Esta criança tem condições de operar um fuzil desde os 12 anos, que seja. Então, a gente não vai poder ficar tratando de forma etária, cronológica. A gente estabelece o patamar de 16 e a criminalidade vai recrutar os seus agentes nas camadas de 15, 14, 13 e 12.” 

Segundo ele, seria muito mais interessante que o menor infrator fosse tratado de outra forma e relata o que poderia ser feito para diminuir a incidência de atos infracionais praticados por estes adolescentes. “Submete este jovem que cometeu o delito, o homicídio, o latrocínio, a uma junta em que você vai ter lá um psiquiatra, um psicólogo, um assistente social, um policial, um pedagogo. Se esse grupo, após entrevistá-lo, tiver a convicção de que ele sabia o que estava fazendo, sabia do dano que estava causando para a vida de outros, aí ele responde como adulto.”

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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