Escrito por Terça, 26 Setembro 2017 Publicado em Notícias

Após rumores e especulações nas redes sociais e internet sobre possíveis alterações na forma de atribuição de nota da redação do Enem 2017 – Exame Nacional do Ensino Médio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) garantiu que não mudará os critérios para correção das dissertações. O órgão vinculado ao governo se manifestou em resposta a solicitação feita pela equipe do site Guia do Estudante, especializado em grandes vestibulares e também no Enem. Na ocasião, o pessoal do portal questionou se o Inep não teria passado as mudanças aos milhares de avaliadores que realizaram recentemente curso de capacitação presencial em São Paulo, direcionado para quem disputa vaga na seleção para corrigir as provas escritas do exame.

As postagens divulgadas na mídia digital afirmavam que as mudanças eram relacionadas especialmente a 5ª competência, que versa sobre a conclusão / proposta de intervenção social. Em resposta, Luana Bergmann Soares, diretora de Avaliação da Educação Básica do Inep, rebateu o boato e ainda prometeu a divulgação de um documento oficial esclarecendo os critérios para avaliação e correção da redação: Não é verdade. Os critérios para a correção da Redação do Enem não mudaram, apenas estão mais claros para os avaliadores. (…) Em breve será publicada a versão 2017 da cartilha do participante a fim de auxiliar na preparação para o Exame. O Inep ainda fez questão de ressaltar que a única troca ocorrida de fato foi da empresa responsável pelo serviço, que antes era o Cebraspe (vinculado a UnB – Universidade de Brasília) e a partir deste ano passa a ser feito pela Fundação Vunesp, que faz parte do novo consórcio aplicador do Enem.

Regras e Critérios de Correção da Redação

Escrito por Sábado, 23 Setembro 2017 Publicado em Notícias

“Seria o maior retrocesso nos direitos da criança e do adolescente no Brasil”

O UNICEF acompanha com preocupação a tramitação, no Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2012, que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. O projeto de lei está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pode entrar em votação nesta quarta-feira, 20/9. A redução da maioridade penal está em desacordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança – da qual o Brasil foi um dos primeiros signatários – e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo essas normativas, os adolescentes não devem ser responsabilizados e tratados como adultos. Por isso, acertadamente, o ECA estabelece um sistema de justiça juvenil especializado e em separado do penal para pessoas menores de 18 anos.

Escrito por Sábado, 16 Setembro 2017 Publicado em Notícias

Apesar de ter registrado avanços nos últimos anos, a educação no Brasil ainda apresenta dados insatisfatórios. É o que mostra o relatório Education at a Glance 2017 (Um olhar sobre a educação, em tradução livre), publicado hoje (12) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento traz amplo panorama sobre a educação em mais de 45 países. - os 35 da OCDE e vários parceiros (Argentina, Brasil, China, Colômbia, Costa Rica, Índia, Indonésia, Lituânia, Federação Russa, Arábia Saudita e África do Sul). O Brasil, inclusive, já pleiteou sua adesão formal à OCDE (veja abaixo).

No cenário da educação brasileira, alguns dados chamam a atenção. Em 2015, mais da metade dos adultos, com idade entre 25 e 64 anos, não tinham acesso ao ensino médio e 17% da população sequer tinham concluído o ensino básico. Os números estão muito abaixo da média dos países da OCDE, que têm 22% de adultos que não chegaram ao ensino médio e 2% que não concluíram o básico. O relatório, no entanto, mostra um avanço. Entre os adultos de 25 e 34 anos, o percentual de alunos que completou o ensino médio subiu de 53% em 2010 para 64% em 2015.

Escrito por Sexta, 15 Setembro 2017 Publicado em Literatura


Você com certeza já ouviu falar em literatura de cordel, não é mesmo?
A literatura de cordel se disseminou no Brasil por volta do séc. XIX. Trazida pelos portugueses, esse gênero textual se adaptou e se espalhou pelo Brasil, mais precisamente na região nordeste. Esta maneira de fazer poesia se adequou a realidade brasileira e com o passar das décadas passou a ganhar novas faces. Comunicava casos, notícias e arte em poesia de determinadas cidades. Também, inspirou outras formas de arte como o roteiro de novelas televisionadas, como a obra de Dias Gomes: Saramandaia, inspirada no romance de Cordel, Pavão Misterioso.
A literatura de Cordel é mais evidente e também produzida até os dias atuais, na região do nordeste do Brasil. Mas, é possível encontrá-las também nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Caracterizada pela xilogravura, esta arte se tornou particular em comparação a outros tipos de poesias. O nome “cordel”  é pelo fato de que, em tempos antigos, os folhetos eram expostos em cordões para serem vendidos nas feiras populares.
Antigamente, em especial na região do nordeste, os cordéis eram também recitados em praça pública em forma de canção. Hoje, essa maneira de fazer poesia de cordel tomou novas estradas. As recitações tornaram-se o repente: canção rápida e de rima improvisada, sobre determinados aspectos de tempo, espaço, personagens e situações.
Existe muita história, em muito mais que 500 anos de literatura de cordel. Vamos agora, mergulhar um pouco na história, conhecer como e onde surgiu este gênero literário e como chegou até nós.
Vamos conhecer também como são estruturadas as rimas e onde encontrar a literatura de cordel gratuitamente, online. Preparada(o) para essa viagem ao tempo? Vamos lá!
Como surgiu a literatura de Cordel?

Escrito por Sexta, 15 Setembro 2017 Publicado em Notícias

Quando o assunto é faculdades e instituições de ensino superior, o termo “Reconhecido pelo MEC” aparece. Mas o que isso quer dizer exatamente?

Sempre que uma faculdade, centro universitário ou universidade decide abrir um curso superior, este curso precisa ser completamente avaliado pelo Ministério da Educação (MEC). O MEC precisa avaliar a qualidade do curso que está sendo oferecido pela instituição de ensino antes de liberar a abertura do mesmo. O MEC também avalia as instituições de ensino como um todo, gerando notas que vão desde insuficiente até positivas.
Como o MEC avalia as faculdades?
Atualmente, as instituições de ensino superior (sejam públicas ou privadas) devem ser avaliadas pelo MEC a partir de dois conceitos:
Índice Geral de Cursos (IGC) – Este é um índice calculado através de todos os cursos de graduação e pós-graduação em uma média ponderada.
Conceito Institucional (CI) – O conceito institucional é feito através de uma visita à instituição de ensino. Nesta visita é analisada toda a estrutura das instalações físicas da faculdade, além do Plano de Desenvolvimento Institucional, a gestão e as políticas de Recursos Humanos.
Através destes dois conceitos são atribuídas notas que vão de 1 a 5, onde 5 é a nota máxima, 3 é considerada positiva e notas 1 e 2 são insatisfatórias.

Escrito por Sábado, 09 Setembro 2017 Publicado em Notícias

Grace Hopper popularizou o termo "debug" ao descrever um erro de sistema após encontrar um pequeno inseto nas conexões do seu computador | Ilustração: Hannah Eachus

Se pedirem para você citar inventores importantes, nomes como Thomas Edison, Alexander Graham Bell e Leonardo da Vinci provavelmente virão à sua mente. Mas e Mary Anderson? E Ann Tsukamoto? Já ouviu falar delas? Talvez não, mas certamente conhece seus feitos: Anderson patenteou o limpador de para-brisa controlado pelo lado interno do veículo; Tsukamoto desenvolveu um processo para isolar células-tronco humanas.

A série da BBC "100 Mulheres", dedicada a histórias nas quais as personagens femininas são as protagonistas, lançou um desafio. A ideia é incentivar mulheres de todo o mundo a criar inovações para alguns dos maiores problemas que enfrentam.

Para quem busca uma inspiração, listamos nove mulheres e suas invenções:

1. Softwares de computadores - Grace Hopper

Depois de entrar na Marinha dos EUA, ainda durante a Segunda Guerra Mundial, a almirante Grace Hopper foi destacada para trabalhar num novo computador chamado Mark 1. Pouco depois, ela já estava na linha de frente da programação de computadores. Em 1952, ela criou o primeiro compilador, para traduzir um comando textual para uma linguagem em códigos a serem lidos pelo computador. Isso fez com que a programação fosse mais rápida e acabou revolucionando a forma como esses sistemas funcionam. 

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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