Escrito por Sábado, 28 Outubro 2017 Publicado em Notícias

Por Kie Kume*

A leitura é ferramenta essencial na aprendizagem e para o desenvolvimento do cérebro. Ela faz pensar. Intelectuais, autores e educadores ao longo da história falaram de sua importância – como Francis Bacon ("A leitura faz o homem completo; a conversa, ágil; e o escrever, preciso");  Miguel de Cervantes ("Aquele que lê muito e anda muito, vê muito e sabe muito"); Mário Vargas Llosa ("Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias"); e muitos, muitos outros.

O nosso inesquecível Paulo Freire, autor de A importância do ato de ler, afirma que “é preciso que a leitura seja um ato de amor”. E o autor japonês Ryuho Okawa, ao comentar em um de seus livros (Ame, Nutra e Perdoe) o tipo de educação que os pais podem oferecer aos filhos, enfatiza a importância de “ensiná-los sobre o espírito que existe por trás de cada treinamento, ou seja, a importância da atitude de procurar superar as próprias limitações e se tornar um ser humano magnífico”. É o conhecimento que transforma.

Escrito por Sábado, 21 Outubro 2017 Publicado em Jornal A Praça

Por Antonio Gilvan Teixeira*

Quando se trata de violência escolar, o mês rosa também é azul, 20 de outubro - Dia Internacional de combate ao bullying. Segundo dados do UNICEF, “Uma a cada três crianças, entre 13 e 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente”. No intuito de contribuir com essa campanha de conscientização e de identificação e combate ao bullying, no nosso ínfimo conhecimento sobre o tema, retomamos às páginas desse jornal, como assim o fizemos nas edições 391, 526 e 596 para um diálogo acerca dessa realidade nas escolas.

“Bullying, palavra de origem inglesa, adotada em muitos países para definir o desejo consciente e deliberado de maltratar uma outra pessoa e colocá-la sob tensão” (Fante, 2005).  Vem de bully (valentão, brigão, etc…) mas é entendido como um fenômeno que compreende todas as formas de atitudes agressivas intencionais e repetidas, sem que ocorra motivação evidente e que são adotadas por um aluno ou vários alunos contra outro (s)”.

Antes de iniciarmos nosso diálogo, é importante que sejamos cuidadosos nas afirmações de bullying. Temos de considerar que alguns conflitos interpessoais são importantes no desenvolvimento das crianças e adolescentes, muitas agressões acontecem de forma isolada e sem repetição -  ação/reação -, simples assim, depois tudo passa e a harmonia retoma seu curso normal.

Escrito por Sábado, 21 Outubro 2017 Publicado em Redação

Obter uma boa nota na prova escrita do exame depende de leitura, treino e coerência  

Dos 6 milhões de participantes da última edição do Enem, apenas 77 escreveram redações nota mil. Enquanto isso, mais de 291 mil textos receberam nota zero ou foram anulados. Entre um extremo e outro, muita gente perdeu pontos por bobagens que poderiam ter sido evitadas com um pouco mais de atenção. — Se o candidato não tem o hábito da leitura e o gosto pela escrita, dificilmente vai tirar uma nota mil. Mas pode escrever um texto honesto e garantir um bom escore — garante Luísa Canella, professora de Redação do Unificado. Encarregada de corrigir os textos de alunos do Unificado e do Unificado Med, Luísa está acostumada a todo tipo de deslize — do uso forçoso de termos rebuscados e de clichês a repetições excessivas de termos, falta de conexão entre as ideias e erros gramaticais bobos. 

Um equívoco recorrente, segundo a professora, é tentar impressionar ou enrolar a banca entregando redações baseadas em modelos ou usando palavras sofisticadas. Dificilmente funciona — o mais frequente é que resultem em textos pouco coesos e na perda de pontos preciosos.

Argumentar e propor intervenção - A premissa básica da redação do Enem é que os candidatos escrevam um texto dissertativo-argumentativo. Instituição responsável pelo exame, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) estabelece cinco competências (veja ao fim da reportagem) segundo as quais se avalia a capacidade dos participantes de articular ideias de diversos campos do conhecimento em um texto que traga não apenas argumentos, mas uma proposta de intervenção que contribua para mitigar o problema apresentado. 

Escrito por Quinta, 19 Outubro 2017 Publicado em Redação

Fazer um rascunho é essencial para se dar bem na prova. O formato de redação escolhido pela grande parte dos vestibulares, inclusive pelo Enem, é a dissertação-argumentativa. Esse gênero textual possibilita que o estudante construa uma tese inicial e a defenda diferentes pontos de vista ao longo do texto. Separamos aqui algumas dicas para você construir um bom texto. Confira!

1º) Veja o tema de redação e faça uma leitura cuidadosa da prova: Essa é a principal dica e vai influenciar todo o seu desempenho. Leia e releia a proposta e os textos de apoio. Dê uma lida também nas questões da prova. Pode ser que alguma informação ajude no tema da redação. Atenção: essa etapa é essencial para que você não fuja do tema.

2º) Elabore o projeto de texto e escolha uma tese: Esse é o momento em que você deve escolher a sua abordagem e os argumentos que usará para defender sua tese. Separe as ideias principais sobre o assunto em um rascunho. Na tese, escolha um tema que você domine para argumentar e expor o seu ponto de vista.

Escrito por Sábado, 14 Outubro 2017 Publicado em Jornal A Praça

Medo, espanto, pavor, indignação... Iguatuenses cada vez mais intimidados por ações do crime organizado que silenciosamente se instalou na cidade e agora ameaça a paz e a tranquilidade com ações de violência na disputa pelo poder paralelo, principalmente tráfico de drogas. Antes reclusos ao anonimato e às escuras, agora os soldados das quadrilhas e facções criminosas agem em qualquer lugar e hora do dia. Intimidam, principalmente, cidadãos e cidadãs, que diante da ineficiência das forças de segurança pública, sentem-se ameaçados até para ir ao trabalho. Como a situação chegou a tal ponto? Cadê a inteligência policial que não percebeu o recrutamento e o fortalecimento de grupos de bandidos que ora sitiam a cidade? As polícias devem agir com o rigor da lei, identificar os chefões, desarticular as quadrilhas para devolver as ruas a quem é honesto, íntegro e não se envolve com o crime. A justiça tem que punir com efeito os transgressores. A sociedade precisa se organizar nas igrejas, sindicatos, associações, clubes de serviço e cobrar apoio e investimentos dos governantes. É hora de dar um basta nessa violência toda!

Escrito por Segunda, 09 Outubro 2017 Publicado em Redação

 

Quer se preparar para a Redação? O Hora do ENEM debate mais um tema importante para a atualidade: “Xenofobia e a intolerância a imigrantes no século XXI”. Entenda com os Professores Luiz Guilherme Barbosa e Roberto Marques os principais aspectos envolvidos nessa questão e saiba como construir argumentos adequados sem ferir os Direitos Humanos.

 

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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