Sexta, 20 Setembro 2019 22:50

Inclusão de autistas no Brasil


Bianca Silva*
Segundo o educador e filósofo Paulo Freire, a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades. No entanto, quando se observam os desafios enfrentados para inclusão de pessoas com autismo no Brasil, verifica-se que o ideal do patrono da educação é contrariado. Nesse sentido, convêm analisar as causas e consequências desse problema.
De acordo com a Constituição Federal promulgada em 1988, é dever do Estado garantir a educação e atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. Portanto, é inaceitável que as escolas de ensino regular não sejam adaptadas para receber os portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Não há um currículo abrangente que inclua essas crianças de forma que elas consigam aprender e se sentirem parte do ambiente escolar.

Publicado em Redação
Quinta, 18 Julho 2019 14:24

Uso excessivo de celular na infância

Rômulo Nemézio Araújo Bezerra*
A evolução tecnológica do atual mundo em globalização está no momento mais intenso registrado, tal como a dependência das relações humanas com ela. O problema surge quando indivíduos não amadurecidos não são gradualmente inseridos nesse meio: as crianças estão nascendo e crescendo já imersas em um universo de vícios e excessos.
Os principais canalizadores e intensificadores desse fenômeno são os celulares. Seus benefícios para a sociedade, tal como as outras tecnologias, são inegáveis, devido ao seu potencial móvel e facilitador de interações. Entretanto, segundo a Associação Americana de Corações – AHA (sigla em inglês), os jovens entre 8 e 18 anos usam em média sete horas por dia os celulares e similares, ou seja, estão assimilando demasiadamente esses mecanismos que vão, inevitavelmente, interferir em fatores físicos e sociais.

Publicado em Redação


Antônio Alves Sobreira Neto*
O uso de celular por crianças é um problema que prejudica toda uma geração em vários aspectos. No livro “O oceano no fim do caminho”, o autor Neil Gaiman apresenta uma narrativa protagonizada por uma criança de 7 anos, que é vista como “leitora assídua”. A partir disso, os eventos ocorridos utilizam a capacidade imaginativa da garota. É essa característica criativa que está ameaçada pelo uso excessivo das tecnologias durante a infância.
A utilização precoce de aparelhos eletrônicos, de um modo geral, promove uma dificuldade de interação, criando “ilhas” e fomentando o isolacionismo. Isso é a realidade de 91% das crianças e adolescentes do Brasil, que utilizam os dispositivos de maneira desregrada e ilimitada, confirmando a ideia da “Escola de Frankfurt”, que aponta a tecnologia como elemento escravizador do indivíduo.

Publicado em Redação
Sexta, 16 Novembro 2018 23:52

Verbo EXPLODIR

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…